20 de março de 2013
Os PRIME Assinalam Vantagens e Obrigação Irreversível.
Como parte da Campanha de Adesão aos PRIME (Principles for Responsible Management Education) foi realizado em 19/03/2013, pelo Núcleo de Instituição de Ensino Superior (NIES), do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), no CIETEP, evento apresentando considerações sobre os “Princípios para Educação em Gestão Responsável” (PRIME, em português) e como as Instituições de Ensino podem pensar o trabalho associado à Sustentabilidade.
Durante o encontro, realizado sob a forma de Diálogos, foram apresentadas palestras e experiências (cases) relacionadas com os PRIME tais como: de que forma os PRIME surgiram a partir do Pacto Global, como é importante o engajamento das Instituições de Ensino nos trabalhos envolvendo a Sustentabilidade, quais são os princípios dos PRIME, bem como, qual a necessidade e a relevância de se reportar os resultados que já foram atingidos pelos signatários dos PRIME.
Dois cases envolvendo a promoção e o despertar da consciência no Meio Educacional sobre Responsabilidade Socioambiental Corporativa foram apresentados durante o encontro, um do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) e outro das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL).
O ISAE apresentou o seu método intitulado PerspectivAção o qual constitui um sistema exclusivo de aprendizagem que oferece ao aluno ferramentas para o desenvolvimento de suas competências pessoais, profissionais e como cidadão. No case da UNIBRASIL foi considerado o conjunto dos resultados que a Instituição obteve ao aplicar os PRIME no curso de Administração da sua Escola de Negócios.
Ao participar do evento em referência tive a oportunidade de interagir com os presentes sobre questões importantes relacionadas à Educação Empresarial Responsável desenvolvida com foco nas formas sustentáveis de desenvolvimento e ação, bem como, perspectivar alternativas para incentivar a atuação acadêmica de maneira responsável e de acordo com prerrogativas e valores aceitos internacionalmente como fundamentais para o pleno alcance da Sustentabilidade.
Durante o evento, foi ressaltada, também, a importância do CPCE no processo de sensibilização e de incentivo que tem dado às Instituições de Ensino, Escolas de Negócios e Universidades Corporativas para se tornarem signatárias dos PRIME e incorporarem em suas práticas os temas da Responsabilidade Social Corporativa e da Sustentabilidade.
Os PRIME foram desenvolvidos em 2007 e seguem a filosofia estabelecida pelo Pacto Global da ONU para as empresas signatárias. Assim, os correspondentes princípios estão relacionados aos direitos humanos, às boas condições de trabalho, à sustentabilidade, ao combate à corrupção, bem como, à necessidade de formação de novos líderes empresariais mais conscientes dos impactos de suas futuras escolhas e decisões.
Os seis Princípios para Educação Empresarial Responsável foram novamente enfatizados durante o evento. Tais princípios são os seguintes:
(1) Propósito: “desenvolver a capacidade dos estudantes para serem futuros geradores de sustentabilidade para os negócios e a sociedade, e para trabalharem por uma economia global mais inclusiva”.
(2) Valores: “incorporar nas atividades acadêmicas e nos currículos os valores da responsabilidade social global como as retratadas pelo Pacto Global das Nações Unidas”.
(3) Método: “criar modelos educacionais, materiais, processos e ambientes que viabilizem um efetivo aprendizado de experiências em liderança responsável”.
(4) Pesquisa: “engajar-se em pesquisas conceituais e empíricas que ajudem a avançar no entendimento do papel, da dinâmica e dos impactos das corporações na criação de valores sociais, ambientais e econômicos sustentáveis”.
(5) Parcerias: “interagir com os gestores de negócios e estender o conhecimento a seus desafios em responsabilidades sociais e ambientais e explorar, conjuntamente, abordagens para esses desafios”.
(6) Diálogo: “facilitar e apoiar o diálogo e o debate entre educadores, negócios, governos, consumidores, mídia, organizações da sociedade civil, outros grupos interessados e os stakeholders em assuntos críticos relacionados a responsabilidade social global e sustentabilidade”.
Diante dos princípios relembrados, ressaltou-se, uma vez mais, o quão importante é para as Instituições de Ensino passarem a ser signatárias dos PRIME. Os benefícios da adoção do PRIME nas Instituições de Ensino são, em muito, algo similares àqueles evidenciados para os negócios quando se engajam em práticas empresariais responsáveis servindo, efetivamente, como fator de mudanças sistêmicas e agente das boas práticas. Neste sentido, chamou-se a atenção dos presentes para ampliar ainda mais o número de signatários aos PRIME.
Dentre as orientações apresentadas no encontro foi observada, ainda, a importância de se apresentar os resultados obtidos por parte das Instituições signatárias dos PRIME haja vista que o Sharing Information (Relatório do PRIME) além de constituir um instrumento de comunicação permite realizar um balanço das atividades realizadas evidenciando erros e acertos. Ponderou-se, entretanto, ser recomendável confeccionar os correspondentes relatórios de forma a integrar as informações sobre o Pacto Global, os ODM e os PRIME. O ISAE deixou instruções de como preencher o Sharing Information.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/03/2013
16 de março de 2013
Modal Contrato Incondicional.
Obedecer é pedir permissão à razão para entender os motivos que obrigam cumprimento da respectiva ação.
Carlos Magno Corrêa Dias
16/03/2013
14 de março de 2013
Doações de Necessárias Consequências.
Cumprindo minhas prerrogativas enquanto Professor e atendendo parte do propósito de sempre disseminar o conhecimento, doei à Biblioteca do Campus Campo Mourão da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em 13/03/2013, exemplares de meus livros intitulados “Lógica Matemática: Introdução ao Cálculo Proposicional” (ISBN: 978-85-88925-15-1) e “Silogística: Introdução à Lógica Categórica” (ISBN: 85-900661-9-3).
Que as obras continuem a auxiliar, o tanto quanto possível, todos os leitores que prestigiam o correspondente trabalho com o acesso e o estudo dos conteúdos apresentados segundo a particular forma de exposição e desenvolvimento.
Carlos Magno Corrêa Dias
14/03/2013
11 de março de 2013
Esperanças Renovadas Aprisionam Desenganos.
Um dia a harmonia, o respeito e a dignidade entre os homens se farão presentes e seremos dignos da humanidade que nos deveria pertencer.
Carlos Magno Corrêa Dias
11/03/2013
9 de março de 2013
Simbiose Mantida para o Desenvolvimento da Ciência. (Parte III)
Concluindo a exposição pretendida, há de se observar, quanto às contribuições de Boécio à matemática, que suposições dariam conta que teria o romano em questão apresentado aperfeiçoamentos ao ábaco, sendo o principal aquele em que foram introduzidas em cada ranhura ou arame de marcas as esferas com sinais diferentes, chamados ápices, que correspondiam aos algarismos gobar, usados pelos árabes de Espanha, mas sem o zero (o qual com o ábaco não era necessário). Muitos historiadores insistem em atribuir tal aperfeiçoamento a Boécio (embora historiadores existem que o atribuam a outros autores).
É sabido que Pitágoras (c. 571 a.C./570 a.C - c. 497 a.C./496 a.C.), segundo Proclo (410 - 485) dividia a ciência matemática em quatro partes; quais sejam: duas correspondentes às quantidades discretas (consideradas em si mesmas ou em relação com outras) e outras duas correspondendo às quantidades contínuas (no estado de repouso em movimento). A Boécio é atribuída a divisão da matemática em aritmética, música, geometria e astronomia. A referida divisão ficou conhecida com o nome de quadrivium, conforme a designou Boécio, sendo seguida durante toda a Idade Média. O quadrívio constituiu, durante muito tempo, um curso de estudos necessário e suficiente para uma instrução liberal. Veja-se, entretanto, que Boécio, quanto ao quadrívio, cita como fonte fundamental da sua informação em muitos pontos de doutrina, a Arquitas (428 a.C. - 365 a.C.), que se supõe seja o célebre geômetra, mestre de Platão.
Tendo sido Boécio muito habilidoso na mecânica e na gnomônica tornou público o uso dos quadrantes solares, dos relógios de água, dos relógios hidráulicos. Conta-se que, por ordem de Teodorico, Boécio teria construído para o rei dos burgundos dois relógios, um solar, outro hidráulico. Nas palavras de Teodorico estes relógios teriam sido construídos “a fim de que os estrangeiros saibam que temos aqui uma nobreza tão instruída como o são aqueles que nas suas nações fazem profissão de saber”.
Outra contribuição de Boécio diz respeito às tábuas de duas entradas em uso atualmente; as quais, segundo se sabe, não existem indícios de que os gregos as conheciam. Na Geometria de Boécio se encontra uma tábua de multiplicação de dupla entrada em substituição às tabelas de uso freqüente na correspondente época.
É importante ressaltar que em alguns casos a obra matemática de Boécio, embora muito usada em escolas monásticas medievais, pode ter sofrido interpolações posteriores, por isso é difícil determinar precisamente o que se deve de fato ao próprio Boécio. Contudo, é claro que o autor se preocupava principalmente com dois aspectos da matemática: sua relação com a filosofia e sua aplicabilidade a problemas de mensuração. Da matemática como estrutura lógica há poucos traços, embora tenha dado, também, importante contribuição à própria lógica enquanto tal. Há alguma presunção, também, que em Boécio haveria a origem pitagórica do sistema decimal de numeração.
Em certos manuscritos de Boécio aparecem formas numerais, ou ápices, semelhantes, para uso no ábaco. Entretanto, os ápices atribuídos a Boécio foram criações próprias ou, de outro lado, foram interpolações posteriores de seus seguidores? De qualquer forma, porém, há de se salientar: a situação quanto à introdução dos numerais na Europa é mais ou menos tão confusa quanto a da invenção do sistema talvez meio milênio antes. Além disso, não se sabe se houve um uso continuado dos novos numerais na Europa a partir de Boécio. De certo mesmo é que somente no século treze é que o sistema indo-arábico ficou definitivamente estabelecido na Europa, e isto não foi, certamente, realização de um único homem, mas de vários, em distintos períodos.
Partindo-se da suposição que os indianos tenham inventado o nosso sistema de numeração, aos neopitagóricos caberia o acolhimento das idéias correspondentes (e, afirme-se, foi notória a propensão dos neopitagóricos para acolher as idéias brahmânicas). Mas Boécio foi o último dos neopitagóricos. De Boécio, outros teriam aprendido o correspondente sistema que foi difundido em toda a Europa, sem exclusão da Espanha. E, na Espanha, os árabes descobrem o referido sistema, apoderando-se dele convenientemente.
Portanto, poder-se-ia afirmar que, embora Boécio não tenha inventado o sistema decimal de numeração, foi o primeiro geômetra que, no ocidente, se ocupou dos sinais numerais, os quais só muitos séculos mais tarde a Europa deveria adotar, pela propaganda dum modesto mercador de Pisa: o formidável Leonardo Fibonacci.
A obra matemática de Boécio conduz a um novo horizonte na história da matemática, onde, no declínio das matemáticas gregas, começava a formar-se uma nova escola de matemáticos, que, tendo que buscar nos clássicos gregos muitas das idéias em geometria, em álgebra e em astronomia, as assimilou e desenvolveu, juntando-lhes novas características e novas idéias próprias. Os árabes haveriam, por sua vez, que assimilar e desenvolver tais idéias, transmitindo-as aos povos do ocidente, os quais, com novos métodos para a resolução dos problemas numéricos, produziram progressos na matemática, que, como nos tempos áureos da Grécia antiga, havia de reflorir e expandir-se.
A despeito das considerações precedentes há de se salientar (com relativa insistência) que, aproximadamente, do século V até o século XI a civilização na Europa Ocidental atingiu níveis muito baixos: o ensino praticamente deixou de existir, quase todo o saber grego desapareceu e muitas das artes e dos ofícios legados pelo mundo antigo foram esquecidos. Pode-se dizer que apenas os monges dos monastérios católicos e uns poucos leigos cultos preservaram um “pouco” o saber grego e latino. Além do mais, o período foi marcado por muita violência física e intensa fé religiosa. A ordem social antiga cedeu lugar a uma outra, feudal e eclesiástica.
Porém, se não tivesse existido Boécio, não haveria a “simbiose científica” entre o “mundo romano” e a “realidade escolástica”, e, certamente, o desenvolvimento não teria atingido o nível atual que experimentamos.
Carlos Magno Corrêa Dias
09/03/2013
5 de março de 2013
Estranha Perturbação Irresoluta.
Quando a loucura deixa de ser uma simples tautologia e passa a compor a única conclusão possível de uma falácia é atingido o real grau de insanidade que se objetivava inferir.
Carlos Magno Corrêa Dias
05/03/2013
3 de março de 2013
Embate Ilógico de Atemporal Consequência.
Felicidade e Tristeza são sentimentos atemporais e ilógicos que conduzem os homens ao contínuo embate.
Carlos Magno Corrêa Dias
03/03/2013
28 de fevereiro de 2013
23 de fevereiro de 2013
Simbiose Mantida para o Desenvolvimento da Ciência. (Parte II)
Dando sequência, então, à exposição pretendida sobre o “último romano e o primeiro escolástico” observe-se, em complementação, que tendo Boécio estudado por muitos anos em Atenas (na Academia, fechada por Justiniano em 529) as ciências, a literatura e a filosofia gregas, este adquiriu um profundo conhecimento da cultura clássica. Em meio à barbárie dominante, Boécio realizou (até certo ponto e na medida do possível) tanto a salvação quanto a transmissão da cultura antiga para os novos ocupantes do Ocidente; e nisto consiste, talvez, a maior e melhor contribuição de Boécio para o futuro.
Devido à aguda visão de Boécio, este percebeu a gravidade do momento histórico de sua época e, muito provavelmente, sem a sua intervenção poderia ter ocorrido um total desaparecimento da cultura que tivera suas origens na Grécia e em Roma e que modelara o Ocidente.
Assim, quando Boécio volta à Itália, passa a utilizar sua influência, originada pelos cargos que lhe são confiados pelo rei Teodorico, para, efetivamente, exercer sua importante tarefa pedagógica; qual seja: “transmitir o saber clássico aos bárbaros”.
Pode parecer, de forma equivocada, que o trabalho pedagógico de Boécio (um homem culto, educado na Grécia, vivendo em meio a bárbaros, um católico em meio a arianos, e, acima de tudo, um romano em meio a ostrogodos) encerra pouca importância. Contudo, embora, em muitas das vezes, o trabalho de Boécio de selecionar, traduzir e resumir parte da cultura da Antigüidade seja classificado como “simples, discreto e pouco original”, reveste-se o mesmo de extraordinária importância para o futuro, dado que a matemática e a filosofia preservaram-se (é certo que precariamente) no Ocidente e mantiveram-se até que, séculos depois, puderam atingir revigorado impulso, passando a desenvolver-se mais e mais.
Acrescente-se, também, que Boécio (homem de ideais elevados e de integridade rígida) tinha a ambição de traduzir todas as obras de Platão (428/427 a.C - 348/347 a.C) e de Aristóteles; contudo, um tal projeto foi interrompido por sua trágica morte. A maioria dos comentadores são de opinião que Boécio já teria garantido um lugar de destaque na história somente com seu trabalho de tradutor e comentarista. Boécio, “o primeiro escolástico”, estabeleceu a ponte entre a cultura grega antiga e a Idade Média e foi o fundador da Escolástica. Durante séculos nada se conheceu no Ocidente sobre Aristóteles ou sobre a geometria a não ser o “pouco” que Boécio traduziu, comentou ou produziu.
É de se ressaltar, ainda, quanto à preocupação de Boécio com o desaparecimento do esplendor da cultura grega, a sentença que se encontra no começo do livro II do Ars Geometriae (obra onde se resume em opúsculo a geometria de Euclides), qual seja: “apesar de expressos de maneira resumida, pelo menos estão aqui reafirmados”, ou em outra tradução: “apresentei-vos a Geometria de modo sucinto e facilitado, mas a apresentei”. Uma tal sentença bem pode sintetizar todo o projeto de salvação cultural boeciano:
É, também, interessante ressaltar a curiosa passagem do Ars Geometriae onde Boécio pede “licença” aos seus leitores (ostrogodos) para fazer demonstrações de teoremas a fim de que estes não permanecessem na mais total ignorância: “que se saiba pelo menos o que é demonstrar um teorema e que isso é belo, importante e formativo”. Para tanto, demonstrou apenas três: as três primeiras proposições do livro I de Euclides. E, também, nesta atitude são preservadas as sementes que algum dia haveriam de germinar.
A importância de Boécio na história da matemática está, portanto, mais no fato de seus livros de geometria e aritmética terem sido adotados, por muitos séculos, nas escolas monásticas, do que por conter contribuições efetivas ao edifício matemático. Embora fracos, esses trabalhos acabaram se constituindo no sumo do conhecimento matemático, o que ilustra, também, bem o quanto o conhecimento matemático se tornou “insignificante” na Baixa Idade Média.
A Geometria de Boécio (em tradução latina), como precedentemente observado, se resume nos enunciados das proposições do Livro I e em poucas proposições escolhidas dos Livros III e IV dos Os Elementos de Euclides, juntamente com algumas aplicações à mensuração. A sua Aritmética se baseava na de Nicômaco, escrita quatro séculos antes, um trabalho enfadonho e meio místico, embora tivesse desfrutado de alto prestígio. Contudo, cabe insistir: graças a esses trabalhos elementares a matemática preservou-se no ocidente e pôde manter-se até o século X, quando recebe novo impulso e, a partir dos séculos seguintes, desenvolve-se de forma surpreendente.
Acrescente, a propósito, que a Introdução à aritmética de Nicômaco, que serviu de modelo para imitadores e comentadores, não era nem um tratado sobre computações nem sobre álgebra, mas, claramente, um manual dos elementos de matemática essenciais à compreensão da filosofia pitagórica e platônica. Entre aqueles que se fundamentaram na referida obra os mais conhecidos foram Teon de Smirna (viveu por volta de 125), que escreveu sua Exposito em grego e o próprio Boécio, que escreveu sua Aritmética muito depois em latim. A Expositio trata de uma exposição de questões matemáticas úteis à compreensão de Platão e, por sua vez, a Aritmética de Boécio nada tem de original (enquanto obra matemática); é, na verdade, quase uma tradução da obra mais antiga de Nicômaco.
É sempre oportuno lembrar, todavia, que na Grécia antiga a palavra aritmética significava “teoria dos números”, não “computação” (infelizmente). Acrescente que a aritmética grega tinha mais em comum com a filosofia que com o que, atualmente, chamamos de matemática. Porém a aritmética grega teve, em conseqüência, importante papel no neoplatonismo durante a Segunda Idade Alexandrina.
Apresentadas as resumidas observações anteriores sobre o propósito pedagógico de Boécio, reporte-se, entretanto e especificamente, às contribuições de Boécio à matemática; onde, em particular, leva-se em conta alguns pontos sobre a função de Boécio quanto às origens do Sistema Decimal de Numeração. Mas, tais considerações serão apresentadas, em breve, em uma próxima postagem neste espaço.
Carlos Magno Corrêa Dias
23/02/2013
20 de fevereiro de 2013
Conhecimento Gera Felicidade ao Promover Desenvolvimento.
Felizes são aqueles movidos pela aquisição do conhecimento, pois deles depende o desenvolvimento da humanidade.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/02/2013
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