2 de agosto de 2014
Somando ações na SNCS para multiplicarmos possibilidades.
Inicia-se hoje, dia 02 de agosto de 2014, a décima SNCS (Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade), a qual se estende até 09 de agosto de 2014. Neste período somos convidados a comemorar as inúmeras ações já realizadas para atingirmos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e ampliarmos perspectivas com vistas à realização de novos trabalhos e ações conjuntas.
Criada juntamente com o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade (MNCS), o qual trabalha para conscientizar e mobilizar a Sociedade Civil e os Governos para alcançarmos, até 2015, os ODM estabelecidos em 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU), a SNCS representa importante momento integrador no qual nos mobilizamos, nacionalmente, para efetivar as metas socioeconômicas relacionadas aos ODM para reduzir a pobreza, ofertar uma educação de qualidade, garantir a saúde, promover a conservação do meio ambiente e permitir o desenvolvimento para todos.
Convide seus pares e vamos, nós, em conjunto, refletir, discutir e definir ações futuras para alcançarmos os ODM até 2015. Dissemine esta ideia para conquistarmos um mundo melhor, mais solidário e no qual a cidadania constitua agente transformador para a melhoria de nossas vidas. Participe da SNCS 2014 e venha somar com o MNCS para multiplicarmos possibilidades.
Carlos Magno Corrêa Dias
02/08/2014
1 de agosto de 2014
Força da LÓGICA Alia-se à Certificação Acadêmica para Gerar Poder.
Mais outro Curso de Extensão Universitária concluído na UTFPR e promovendo a Certificação de Acadêmicos de Engenharia no Campo da Lógica Formal.
Agora, no dia 30/07/2014, conclui o Curso intitulado CÁLCULO PROPOSICIONAL EM LÓGICA MATEMÁTICA INFERENCIAL DEDUTIVA.
Neste outro Curso tratei conjunto de instruções técnicas desenvolvidas em Álgebra da Lógica (no Cálculo Lógico) para promover a avaliação formal do Raciocínio Lógico Dedutivo tomando por referência, de forma estrita, a Teoria da Demonstração e a Análise Inferencial.
Meus parabéns aos participantes que conseguiram mais esta Certificação. Que a força da LÓGICA continue sempre gerando poder para o bem raciocinar e comandar.
Carlos Magno Corrêa Dias
01/08/2014
31 de julho de 2014
Acadêmicos de Engenharia Recebem Certificação em Lógica Formal.
Ao longo do Curso apresentei aspectos da Álgebra da Lógica necessários para a implementação de técnicas dirigidas objetivando a avaliação formal da legitimidade de raciocínios dedutivos de primeira ordem estruturados no campo da Teoria da Argumentação e da Análise Inferencial.
Parabéns para aqueles que conseguiram a correspondente Certificação. Que a força da LÓGICA mantenha o poder esperado para o bem raciocinar e comandar.
Carlos Magno Corrêa Dias
31/07/2014
17 de julho de 2014
Ídolos e Heróis se Distinguem pela Natureza.
Já o termo “herói” denota um “ser arquétipico” que reúne em si os atributos necessários para superar de forma extraordinária questões de dimensão épica transcendente à trivialidade humana em direção ao divino.
Portanto, atores, jogadores de futebol, modelos, artistas, outros tantos esportistas, dentre diversas personalidades ou celebridades tornadas de destaque não são heróis e sim, apenas, ídolos.
Que os ídolos possam ser celebrados pelos seus fãs, mas que os “verdadeiros” (e poucos) heróis não sejam confundidos com aqueles rotulados como ídolos.
Carlos Magno Corrêa Dias
16/07/2014
14 de julho de 2014
Bastilha Reerguida.
Carlos Magno Corrêa Dias
14/07/2014
8 de julho de 2014
A História Nos Mostrará Quem Somos.
Não é humilhação alguma perder um jogo de futebol, independentemente, do resultado. Dois times entram em campo disputando uma partida e a regra é excludente: um deve ganhar e o outro perder. SIMPLES ASSIM. Trata-se de uma "contingência condicional": perder de 1 X 0 ou de 10 X 0 é perder de qualquer forma.
Além do mais, perder de 7 X 1 não mudará o fato do Brasil ser o único PENTACAMPEÃO de Futebol e ter conquistando um quarto do total de títulos disputados, ser o único país que participou de todos os vinte campeonatos, ter sido duas vezes vice campeão e, por enquanto, ter conquistado dois terceiros lugares e um quarto lugar. Para atingir semelhante posição (para empatar com o Brasil) será necessário muito esforço e tempo despendido por parte dos demais competidores (os quais não são nossos inimigos). Não existe, então, este negócio de "humilhação" ou de "vergonha". As Copas do Mundo de Futebol constituem apenas “jogos” disputados entre Nações Civilizadas. Alguns times "ganham", outros "perdem", em diferentes períodos, em maior ou menor quantidade.
BRASIL SEMPRE BRASIL. Continuemos na torcida pelo nosso país.
Carlos Magno Corrêa Dias
08/07/2014
6 de julho de 2014
A Paternidade da Indissociação entre Diferenciação e Integração é da Humanidade.
Com relativa frequência nos deparamos com a questão simplista, por vezes “ingênua”, sobre “quem teria inventado o Cálculo Diferencial e Integral?” tal qual o utilizamos nos dias atuais. Respostas estritas (inevitáveis, categóricas), claramente, se poderiam apresentar contemplando cada uma das “legiões” de defensores “eufóricos” dos supostos “pais” da matéria em referência. Todavia, a menos do conceito de DIFERENCIAL (tomado de forma indissociada do termo INTEGRAL), a (possível) questão da paternidade da “DIFERENCIAÇÃO E INTEGRAÇÃO” não pode se reduzir aos limites daquilo que se torna “manifesto” ou “patente”.
Para chegarmos ao que Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) denominou “Cálculo Diferencial e Integral” e ao que Isaac Newton (1642-1727) chamava “Teoria das Fluxões” não é possível deixar de considerar todo o estudo precedente (de diversas gerações) que culminou nestes dois trabalhos consequentes. Além do mais não se deve confundir “Cálculo Diferencial e Cálculo Integral” com “Diferenciação e Integração” que embora possam convergir para semelhantes propósitos são distintos em sua formação e extensão.
“DIFERENCIAÇÃO e INTEGRAÇÃO” tem sua origem muito antes com os trabalhos de Antifon (ca. 480 a.C.-ca. 403 a.C.), Hipócrates de Chios (ca. 470 a.C.-ca. 410 a.C.), Eudoxo de Cnido (408-355 a.C.), Arquimedes (287-212 a.C.), Liu Hui (ca. 220), Zu Chongzhi (429-500), Aryabhata (476-550), Sharaf al-Din al-Tusi (ca. 1135-1213), Madhava de Sangamagrama (ca. 1350-ca.1425), René Descartes (1596-1650), Bonaventura Cavalieri (1598-1647), Pierre de Fermat (1601-1665), Evangelista Torricelli (1608-1647), John Wallis (1616-1703), Blaise Pascal (1623-1662), Isaac Barrow (1630-1677), James Gregory (1638-1675), dentre (muitos, muitos) outros.
O conhecimento é “construído” por várias mãos. No “Cálculo Diferencial e Integral” não foi diferente.
Como em outras oportunidade já observei “Antes de cada criação fantástica existe o trabalho anônimo e maravilhoso de diversas individualidades”. Todavia, Leibniz e Newton foram, também, inegavelmente, representantes notáveis das correspondentes individualidades aventadas.
Carlos Magno Corrêa Dias
06/07/2014
19 de junho de 2014
Rivais Incontestes Inteligência e Vontade Rescindem Interlocução.
A
vontade não conversa com a inteligência. Ou seria o contrário: a inteligência
não conversa com a vontade? Mas, para que haja a comunicação em referência
ambos os interlocutores deveriam se permitir escutar. Logo: não há conversa
entre inteligência e vontade.
Carlos
Magno Corrêa Dias
19/06/2014
14 de junho de 2014
Extensão Universitária uma Contrapartida Obrigatória na Ação Docente.
Extensão Universitária, em Instituições de Ensino Públicas e Gratuitas deve ser promovida e desenvolvida de forma gratuita para os participantes, sem ônus para a Instituição promotora e não pode ser mantida por qualquer tipo de apoio financeiro originário de fontes de fomento.
Entenda-se a Extensão Universitária (interna ou externa à Universidade) como uma CONTRAPARTIDA obrigatória da Instituição de Ensino (Pública e Gratuita) com a Sociedade que a mantém.
Mas, não há motivos para qualquer forma contingente (compulsória) de “PÂNICO”, pois, salvo outro juízo contrapositivo, esta é apenas minha posição pessoal e postura profissional enquanto Professor Universitário Federal que promove e pratica a EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA como parte integrante de sua ação docente.
Carlos Magno Corrêa Dias
14/06/2014
12 de junho de 2014
Aprendizes Sim, Trabalho Infantil Jamais.
No DIA MUNDIAL CONTRA O TRABALHO INFANTIL, dia 12 de junho, sejamos radicais e vamos denunciar mais este crime contra a humanidade. Comunique ao Ministério Público, ao Juizado da Infância e ao Conselho Tutelar o trabalho infantil e o trabalho adolescente.
Unindo-nos aos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) vamos combater toda ação que contribua para a escravidão e o trabalho que envolva a mão-de-obra infanto-juvenil.
Conheça e divulgue a Lei da Aprendizagem que regulamenta o ingresso do adolescente no mundo do trabalho. Acione o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) todas as vezes que tiver conhecimento que crianças e jovens estejam sendo forçados a trabalhar indevidamente. Nossas crianças não podem ser escravizadas pelo trabalho.
A Lei número 10.097/2000, ampliada pelo Decreto Federal número 5.598/2005, determina que as empresas de médio e grande porte devem contratar um número de aprendizes equivalente a um mínimo de 5% e um máximo de 15% do seu quadro de funcionários cujas funções demandem formação profissional.
Em conformidade com esta mesma Lei aprendiz é o jovem de 14 a 24 anos (incompletos) de idade que esteja cursando o ensino fundamental ou o ensino médio, recebendo, ao mesmo tempo, formação na profissão para a qual está se capacitando. A idade máxima prevista não é aplicável aos aprendizes com deficiência. Assim, os jovens de menos de 14 anos não podem trabalhar.
Por sua vez, o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) articula conjunto específico de ações que objetivam retirar crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos da prática do trabalho precoce, exceto quando na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.
O PETI está estruturado em cinco eixos de atuação; quais sejam: “(a) informação e mobilização, com realização de campanhas e audiências públicas; (b) busca ativa e registro no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal; (c) transferência de renda, inserção das crianças, adolescentes e suas famílias em serviços socioassistenciais e encaminhamento para serviços de saúde, educação, cultura, esporte, lazer ou trabalho; (d) reforço das ações de fiscalização, acompanhamento das famílias com aplicação de medidas protetivas, articuladas com Poder Judiciário, Ministério Público e Conselhos Tutelares; e (e) monitoramento”.
Diga NÃO ao TRABALHO INFANTIL. Vamos contribuir para eliminarmos mais esta mazela de nossa sociedade. Criança tem que estudar, brincar e ser feliz.
Carlos Magno Corrêa Dias
12/06/2014
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