16 de outubro de 2013

Vazios Não Lógicos.


Entre a dedução e a indução existe o vazio lógico. Antes da dedução e depois da indução existem, também, vazios; mas, os mesmos não são lógicos.

Carlos Magno Corrêa Dias
16/10/2013

11 de outubro de 2013

Beócios Desprezíveis.


Aos imbecis pensávamos lhes cabia a simples piedade, pois, não os conhecendo de fato, nos deixávamos entorpecer pela comiseração ao considerá-los pobres de espírito. Ao reconhecer, porém, a perversidade e a truculência destes mesmos imbecis, chega-se à razoável conclusão que a eles cabe apenas a indiferença.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/10/2013

10 de outubro de 2013

ARDUINOS Integrados com SHIELDS e MINIONS Diferenciados por Prosopopéia.


Até os estranhos MINIONS sabem que em 2005, em Ivrea, na Itália, portanto há quase dez anos passados, nasceu o ARDUINO, uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre, projetada com um microcontrolador ATMEL AVR RISC de chip único, com I/O embutido, programável essencialmente em C/C++, originário da plataforma WIRING (2003). Porém, por mais “estranho” que possa parecer, a despeito da universal prosopopéia que envolve os MINIONS, ainda se constata que em muitos “mundos possíveis” (supostamente desenvolvidos) não há o mínimo conhecimento sobre a Arquitetura Harvard Modificada dos ARDUINOS a qual é muito superior à da antiga Arquitetura de von Neumann (1945). Curioso. Perplexo. Mistérios que a razão não consegue decifrar a despeito, é claro, das conexões SHIELDS que se podem exemplificar.

Carlos Magno Corrêa Dias
10/10/2013

4 de outubro de 2013

Limites da Expertise.


Instituições de Ensino Superior que não fazem Extensão apenas contam a História tardiamente, não lhes sendo possível fazer a História.

http://carlosmagnocorreadias.blogspot.com.br/2013/10/extensao-universitaria-promovendo.html


Carlos Magno Corrêa Dias

04/10/2013

2 de outubro de 2013

Extensão Universitária Promovendo Ampliação da Expertise Profissional.


A Extensão Universitária (ou Extensão Acadêmica) é “considerada”, particularmente, no Brasil, conforme dispõe o artigo 207 da Constituição Federal, um dos pilares da Formação Universitária, conjuntamente com o Ensino e a Pesquisa, uma vez que se proclama, invariavelmente, a “indissociabilidade” entre Ensino, Pesquisa e Extensão.

Porém, há muitas dúvidas, senão controvérsias, efetivamente, ou enganos, eventualmente, quanto a quais atividades acadêmicas estão, de fato, relacionadas com a Extensão, talvez, em decorrência, eventualmente, de interpretações no entorno do entendimento (ou real significado) sobre a “autonomia” universitária, garantida, também, pela lei em referência.

Seja como for, independentemente de condicionamentos, a Extensão Universitária (ou, apenas, Extensão) deve ser tomada como atividade acadêmica que venha articular o Ensino e a Pesquisa, dentro e fora da Universidade, viabilizando a necessária relação real, efetiva e válida entre a Universidade e a Sociedade.

Muito simplesmente, então, pode ser o entendimento sobre Extensão quando relacionada à Universidade; senão, acompanhe o raciocínio a seguir considerado, qual seja:
(a) a Universidade em visita ao mundo real (seja interno ou externo) se inteira sobre os necessários problemas apresentados pela Sociedade;
(b) a Universidade de posse de semelhantes informações passa a realizar a Pesquisa de eventuais soluções dos problemas demandados conforme o conhecimento que possui;
(c) com as supostas soluções oriundas da Pesquisa (e de eventuais novos conhecimentos gerados pelos correspondentes estudos realizados) a Universidade volta ao mundo real e as submete aos requerentes, repetindo semelhante procedimento até que os envolvidos no processo reconheçam, em consonância, como solução de fato os resultados da Pesquisa realizada pela Universidade;
(d) reconhecida pela Sociedade a solução apresentada a Universidade repassa sob a forma de Ensino aquelas soluções dos problemas encontrados (transformadas em conhecimento) para seus Acadêmicos, ampliando as possibilidades de aquisição de outros conhecimento por consequência direta ou indireta;
(e) no dia seguinte, a Universidade volta ao mundo real e pergunta novamente à Sociedade quais são os problemas a resolver e se desencadeia todo o processo novamente.

Assim, acontece a Extensão Universitária: Extensão – Pesquisa – Extensão – Ensino – Extensão – Pesquisa – Extensão – Ensino – Extensão ... dentro e fora da Universidade.

Assim entendendo a Extensão não há muito que cogitar ou questionar senão fazer Extensão. A Universidade deve compor parte da Sociedade, do mundo real, do mundo dos problemas a resolver. Não estando na Sociedade, não entendendo a Sociedade ou não se comprometendo com os problemas e os desafios da Sociedade, a Universidade não compreenderá a Extensão, não fará Extensão, não conseguindo cumprir uma de suas obrigações precípuas.

Mas, a Extensão se faz interna na Universidade e externamente à Universidade, pois a Extensão está associada à razão de que o conhecimento gerado deve necessariamente possuir intenções de transformar a realidade de todas as Pessoas da Sociedade (sejam elas ligadas diretamente à Universidade ou não).

Da Extensão Cursos para seus próprios Acadêmicos à Extensão Produtos, Serviços ou Processos para a Sociedade; da Extensão Sociedade à Extensão Universidade, a Extensão deve ser concebida como “mão dupla” entre a Universidade e a Sociedade para o desenvolvimento simultâneo e contínuo da Comunidade Universitária e da Sociedade na qual a Universidade está inserida.

No sentido aqui defendido, de pouco adiantará a Extensão da Universidade na Sociedade, se não houver uma relação bidirecional mediada pelo mútuo desenvolvimento da Universidade e da Sociedade. Logo, a inserção da “Dimensão Acadêmica” da Extensão na formação dos Acadêmicos e na construção do conhecimento é primordial, também, para a efetivação da Extensão.

Assim sendo, os chamados Cursos de Extensão Universitária são imprescindíveis para a real “indissociabilidade” entre Ensino, Pesquisa e Extensão. Na medida em que se intensificam os Cursos de Extensão Universitária mais e mais são ampliadas as possibilidades da Extensão Universidade à Extensão Sociedade e da Extensão Sociedade à Extensão Universidade.

A Extensão por meio de Cursos dentro da Academia possibilita aos Acadêmicos capacitação imediata para resolver problemas próximos da Sociedade muito antes da conclusão de suas Graduações além de favorecer a “expertise” que transcende, em muito, a filosofia ou as plataformas metodológicas de qualquer bom PPC (Projeto Pedagógico de Curso) que, na maioria das vezes, é reformulado muito tardiamente em relação às Tecnologias (e às necessidades) que se apresentam na Sociedade de forma livre e intensificada a cada dia. Além do mais, associando-se, fortemente, à concepção da “indissociabilidade” entre Ensino, Pesquisa e Extensão, a Extensão deveria ser tomada como componente obrigatório na prática Docente nas Universidades.

Entendendo, todavia, a “expertise” com significado de “experiência, perícia, especialização” que reúne conjunto de habilidades, competências e conhecimentos adquirido com base no estudo de um assunto e a capacidade de aplicar tal conhecimento, os Cursos de Extensão Universitária para Acadêmicos (da própria Universidade), centrados em experiências e práticas necessárias exigidas pelo mundo real, permitem possibilitar aos futuros profissionais distinção em diversos outros campos de atuação além dos limites “propedêuticos” pretendidos pelo particular PPC.

A Extensão Universitária interna na Universidade, conforme aqui pensado, é promotora do desenvolvimento de outras habilidades e competências para executar atividades profissionais além daqueles restringidas pelos Currículos de quaisquer Cursos Universitários. Constitui, por si só, agente de Inovação que obriga transformação pelo acréscimo de conhecimento extemporâneo e segundo necessidades além dos paradigmas institucionalizados.

Carlos Magno Corrêa Dias
02/10/2013

1 de outubro de 2013

Inovação Industrial em Eletroquímica Abre Fronteiras para o Progresso.


Sob a sigla S3IE aconteceu, nos 16 e 17 de setembro de 2013, o I Seminário Internacional de Inovação Industrial em Eletroquímica, promovido pelo SENAI-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Paraná), no Campus da Indústria, do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), do qual tive a grata satisfação de participar.

Como estamos constatamos, há algum tempo, sem muita controvérsia, a Eletroquímica permeia, de forma intensa, a maioria, senão todos, os setores industriais. Assim, o S3IE objetivou, de um lado, por em evidência semelhante constatação e, de outro, almejou sensibilizar a Indústria para a prática constante da Inovação tomando a Eletroquímica como indutor dos correspondentes processos.

O evento permitiu por em aproximação a Indústria e Grupos de Pesquisa (tais como o Grupo de Pesquisa em Lógica e Filosofia da Ciência que coordeno) para atuação conjunta visando a integração entre a Inovação, a Tecnologia e a Pesquisa Aplicada direcionada para o crescimento industrial nacional e para ampliação da competitividade. Como no grupo em referência mantenho a Linha de Pesquisa em “Inovação Científica e Tecnológica”, estando atualmente direcionando esforços no sentido de desenvolver estudos e pesquisa aplicada na área de Nanotecnologia e Nanomáquinas, o S3IE e os contatos que realizamos com outros pesquisadores e industrias de áreas correlatas foram de extrema importância aos perspectivarmos ações futuras conjuntas.

Em particular, por há muito defender a necessária aproximação entre a Indústria e a Academia, entre a Ciência e a Tecnologia, considero o S3IE um marco no sentido de mudarmos os paradigmas atuais que favorecem sobremaneira o distanciamento entre a Indústria e as Instituições de Ensino ou os Institutos de Pesquisa e Desenvolvimentos. O evento veio amenizar parte de minhas angústias dado que constituiu um momento ímpar que veio permitir a abertura de algumas portas para a diminuição das enormes distâncias entre as duas realidades em referência, a realidade da Academia (onde é salvaguardada a Ciência) e a realidade da Indústria (onde o mundo das possibilidades se desenvolve centrado na Tecnologia).

Ao SENAI-PR e à FIEP nossos parabéns e que a semente plantada no S3IE germine e venha nos dar aqueles frutos necessários para a intensificação do desenvolvimento de nossa Nação e para a melhoria de vida das Pessoas. Que em simbiose a Indústria e o Conhecimento caminhem compartilhando Pesquisa Aplicada para a geração de Produtos, Serviços e Processos sempre necessários para o Progresso.

Carlos Magno Corrêa Dias
01/10/2013

27 de setembro de 2013

Sobrevivente C213211.


Segundo aniversário de SOBRE-VIDA completado (com êxito). Somente os PATHERBLINCKs entenderão. Mas, ... seja como for ... seguindo sempre em frente. “Ao infinito e além”, ... muito além.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/09/2013

26 de setembro de 2013

Espirais de Convergente Retrocesso.


Vigiados pela ineficiência e controlados pela incompetência diversos “mundos possíveis” que descrevem órbitas em torno da Ciência retrocedem em evolução frente às possibilidades e exigências contínuas da Tecnologia. Na correspondente convergência espiral reside o atraso, o subdesenvolvimento, a negação do progresso.

Carlos Magno Corrêa Dias
26/09/2013

24 de setembro de 2013

Incoerências em Ambos os Lados de Espelhos Contraválidos.


“Corvo não come corvo” e os pactos de mediocridade se perpetuam em “mundos possíveis” nos quais, antinômicos na essência, fazem com que nem mesmo “Alice do País das Maravilhas” consiga compreender, ou antes, aceitar, (racionalmente, porém de forma reflexa) a “lógica do absurdo” envolvida.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/09/2013

22 de setembro de 2013

Enigmas da Igualdade.


Ao observarmos diferenças entre as pessoas é que percebemos o quanto somos iguais.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/09/2013