18 de maio de 2013

Reconhecimento às Casas de Preservação das Criações da Humanidade.


Casas FANTÁSTICAS onde Mundos, Tempos e Culturas convivem em simbiose para promover mágica, mistério e transcendência, os MUSEUS são os guardiões do melhor que os Homens são capazes de produzir.

No DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS, 18 de maio, apresento meus cumprimentos a TODOS que dedicam suas vidas para manterem sempre abertas estas Casas de Sentimentos e Sonhos que são os MUSEUS e onde são preservadas sempre, mas com não poucas dificuldades, a Cultura e a História da Humanidade.

Aos meus particulares amigos que vivem os MUSEUS meu reconhecimento muito especial e minha admiração pelo importante trabalho cultural que desenvolvem.

Que neste dia 18 de maio (e em todos os dias do ano) nossos Museus estejam sempre lotados, o que constituirá uma forma peculiar de agradecimento e homenagem.

Carlos Magno Corrêa Dias
18/05/2013

17 de maio de 2013

Contínua e Constante Escravidão Humana.


Hoje, em reunião de trabalho, quando em um mesmo espaço estávamos em sinergia profissionais de distintas áreas do saber discutindo “o propósito lógico da filosofia”, me perguntaram sobre meu posicionamento “lógico” a respeito da “escravidão humana”.

Sem hesitar, de imediato, acessei alguns de meus aforismos relacionados com o tema e que bem podem exemplificar meu particular entender sobre a “contínua e constante escravidão humana”.

Dentre aquelas máximas, considerei o seguinte conjunto de posições, discorrendo logicamente sobre as mesmas.

“Existiram, existem e sempre existirão os escravos, pois é natural da humanidade manter a escravidão de algumas classes de homens não importando o tempo, o lugar e os parvos motivos.”

“O pensamento nasce livre, mas sempre morre escravizado.”

“Independência individual não significa liberdade. Pelo contrário, é escravidão, pois ao se consolidar o individualismo não se consegue mais o desprendimento social que vem libertar.”

“Aceitar apenas a lógica de nossas mentes é deixar de interagir com o mundo e escravizar-se segundo leis autocráticas.”

“As imposições aos comandados parecem naturais desde que as mesmas não entrem no campo das reflexões, pois nesses casos obediência transforma-se tão somente em escravidão.”

“A escravidão é bem distribuída pelo mundo. Em todo lugar sempre os seus grilhões acorrentam pessoas pela condicionalidade.”

“Existem por certo inúmeras formas de escravidão. Contudo, nenhuma é mais cruel que a escravidão mental.”

“A escravidão mental é o que condiciona o ser à imbecilidade em seu sentido mais estrito possível.”

E, em assim sendo, ao explanar sobre cada um dos correspondentes aforismos minhas colocações acabaram gerando, efetivamente, uma particular palestra sobre o tema.

Carlos Magno Corrêa Dias
17/05/2013

16 de maio de 2013

Invisíveis aos Olhos dos Soberbos, mas Imprescindíveis em Nossas Vidas.


Hoje, dia 16 de maio, é o DIA DO GARI. A estes Profissionais da Limpeza Pública, os quais devemos reconhecer são imprescindíveis em nossas vidas pela importância do trabalho que desenvolvem em nosso benefício, meus cumprimentos e reconhecimento pelo importante trabalho que desempenham.

Um Gari não é uma “sobra social” e, nem tão pouco, é um ser invisível, como muitos pensam. É um Profissional e como tal deve ser respeitado, valorizado e reconhecido.

Manter a cidade limpa das sujeiras naturais é a função do Gari. Contudo, seu trabalho é ampliado sobremaneira, pois tem, também, que recolher a “imundice” dos mal educados que vivem para emporcalhar nossos patrimônios.

Parabéns aos GARIS no seu dia.

Carlos Magno Corrêa Dias
16/05/2013

12 de maio de 2013

Seminários Transformados em Colóquios Modais.


No período de 05/03/2013 a 02/05/2013, ministrei o Curso de Extensão Universitária em AXIOMATIZAÇÃO DA LÓGICA MATEMÁTICA DE PRIMEIRA ORDEM, para alunos de Cursos Regulares de Bacharelado do Campus Curitiba da UTFPR.

No curso em referência apresentei dois dos principais Sistemas Axiomáticos em Lógica Matemática de Primeira Ordem associados à Teoria da Argumentação e à Análise Inferencial, atualmente usuais, bem como, um Sistema Axiomático próprio segundo a concepção de Engenharia da Lógica ou Engenharia Inferencial que tenho desenvolvido em diversos de meus trabalhos.

Antecipando algumas das colocações que apresentarei no meu livro ENGENHARIA LÓGICA, a ser publicado, possivelmente, na segunda metade do primeiro semestre do próximo ano, considero conjunto tautológico de axiomas que permite a corretude e a completude objetivando não somente a consistência do Sistema Lógico envolvido, mas, em particular, que venha garantir consistência associada (estritamente) à legitimidade do Processo Analítico Inferencial como um todo (mas, não, necessariamente, dissociado dos aspectos psicológicos das inferências como é, na maioria das vezes, usual).

Na oportunidade comuniquei, também, a extinção dos SELOGMAS (Seminário de Lógica Sentencial) e SECAFUNP (Seminário de Cálculo das Funções Predicativas em Lógica Matemática) que em anos passados havia proposto e ministrado. Aqueles antigos seminários, em 2013, passarão a compor um único evento, o COLÓQUIO ENTELECHIA LOGICAE, o qual será evento constituído de exposições unilaterais e modais abordando interpretações necessárias ou “contingentes” sobre temas de particular interesse. A transformação é motivada devido aos novos objetivos que passo a seguir e por julgar que se faz necessária uma forma mais estrita de apresentação dos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento que tenho desenvolvido nos correspondentes campos da Lógica (como um todo) e da Filosofia da Ciência (em particular).

Mais proximamente ao período de realização do I COENTELOG (COLÓQUIO ENTELECHIA LOGICAE) informações serão divulgadas quanto às condições e aos períodos de inscrição. Ressalto, entretanto, que devido ao número sempre limitado de vagas para semelhantes eventos, será necessária a realização de uma avaliação prévia para compor o grupo dos possíveis participantes no evento. Mantendo, entretanto, a filosofia dos eventos de extensão que promovo e ministro na Rede Pública de Ensino, o evento será gratuito para os aprovados, dando sempre preferência para meus alunos ou ex-alunos.

No primeiro COLÓQUIO ENTELECHIA LOGICAE é pretendida uma abordagem filosófica sobre relações de impregnação mútuas entre Lógica, Inovação, Epistemologia, Indústria e Responsabilidade Socioambiental Corporativa. Entretanto, um título específico para o evento, com os necessários contornos, ainda não foi definido embora estará fortemente relacionado com os assuntos referenciados precedentemente.

Carlos Magno Corrêa Dias
12/05/2013

11 de maio de 2013

Dali, o Absolutamente DALÍ.


Porque nossos Mestres devem ser sempre lembrados para continuar a nos ensinar, com saudosas lembranças, recordo o onírico Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali i Domènech (1904 – 1989), o conhecido surreal SALVADOR DALÍ, que no dia 11 de maio veio ao mundo para nos provocar com sua incrível ARTE.

Ao incondicional, absoluto, criador das obras preferidas tais como “O Nascimento dos Desejos Líquidos (1932)”, “Cristo de São koão da Cruz (1951)”, “Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar (1944)”, “Persistência da Memória (1931)”, minha sempre admiração e respeito.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/05/2013

10 de maio de 2013

Paraná Tem Lei Garantindo a Geração de PRODUTO, PROCESSO ou SERVIÇO para o Desenvolvimento da Nação e Melhoria de Vida dos Cidadãos.


Regulamentada pelo Decreto número 7359, de 27 de fevereiro de 2013, nossa Lei Estadual de Inovação, Lei Estadual de Inovação do Paraná, Lei número 17314, de 24 de setembro de 2012, deixa bem claro em sua redação que a mesma legisla sobre “o desenvolvimento de projetos científicos ou tecnológicos para obtenção de PRODUTO, PROCESSO ou SERVIÇOS inovadores”. Fato este que é motivo de comemoração dentre aqueles que, como nós, defendem, incondicionalmente, o desenvolvimento de nossa Nação para a qualidade de vida nós os Cidadãos.

De acordo com o artigo segundo da Lei 7359, INOVAÇÃO “é a implementação, com sucesso, de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um novo processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas”. Por sua vez, PRODUTO, PROCESSO ou SERVIÇO INOVADOR , segundo o mesmo artigo, são definidos como “resultado de aplicação substancial de conhecimentos científicos e tecnológicos, caracterizado por diferencial competitivo no mercado ou significativo benefício social”.

Com grata satisfação recebemos está confirmação quando em encontro com membros do Governo, consultores da área de inovação, representantes do meio industrial, membros de agências de fomento, empresários, representantes de instituições de ensino e outros pesquisadores nos reunimos no último dia 08 de maio de 2013, na sede do Sistema FIEP, para nos inteirarmos sobre a Lei de Inovação do Paraná e sobre a Lei do Bem, estabelecendo as necessárias prospecções.

Objetivando a disseminação e compartilhamento de informações envolvendo o Incentivo Fiscal da Lei do Bem e a apresentação oficial da Lei de Inovação do Paraná, o evento “Incentivo Fiscal para Inovação Tecnológica nas Empresas”, promovido pelo SENAI Centro Internacional de Inovação em parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR), nos permitiu perspectivar futuras ações conjuntas e acordar projetos objetivando acessar mais intensamente as correspondentes Leis para promover o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado sempre tendo em primeiro lugar a melhoria de vida dos Cidadãos Paranaenses.

Conseguimos, não sem muito esforço, empenho e trabalho, que levou quase uma década, uma Lei de Inovação moderna e que facultará às mais de quarenta e seis mil Indústrias do Estado do Paraná a possibilidade de se transformarem em Pólo Industrial quando nos empenharmos no trabalho em rede ao nos integramos à concepção da Lei Estadual de Inovação do Paraná que, dentre outras características, permite contribuir na formação de mão de obra especializada ao ser aplicada mais intensamente no “chão de fábrica”. A todos os Atores que contribuíram para que o Paraná tivesse semelhante Lei de Inovação foram externados os cumprimentos durante o evento em referência.

Durante o encontro foram apresentadas as principais características da Lei de Inovação do Paraná e evidenciado que a mesma vem constituir importante instrumento regulatório para fomentar a INOVAÇÃO em nosso Estado, evidenciando quais são os “Atores” que poderão acessar tal Lei, bem como, quais são suas obrigações quanto à geração dos PRODUTOS aventados na mesma. Ficou, também, evidenciado que a nossa Lei de Inovação Estadual institui a “segurança jurídica” entre as partes para que possamos trabalhar em conjunto visando sermos competitivos a partir da INOVAÇÃO.

De outro lado, no que diz respeito à Lei do Bem, Lei 11196/2005, ficou claro, também, que a mesma foi pensada para estimular as Empresas, o Meio Empresarial, a desenvolverem pesquisas tecnológicas e a desenvolverem inovação tecnológica seguindo a concepção da geração de novos PRODUTOS ou implementação de novas funcionalidades aos PRODUTOS, PROCESSOS ou SERVIÇOS. E, nesta concepção, a Lei do Bem vem contribuindo, efetivamente, para a CONSTRUÇÃO de nosso País. Além do mais, constitui a Lei do Bem, ainda, uma outra importante fonte para que sejamos uma Nação competitiva na medida que mais e mais seja acessada promovendo a necessária INOVAÇÃO tecnológica e científica.

Na reunião tivemos, também, o lançamento do terceiro Caderno da Incubadora Tecnológica de Curitiba (INTEC/TECPAR) cujo título dessa nova edição foi “Desenvolvimento Empresarial, Inovação e Tecnologia”, uma apresentação expositiva sobre a Fundação Araucária, bem como, uma exposição sobre o funcionamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), projeto piloto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) que tem apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

Carlos Magno Corrêa Dias
10/05/2013

4 de maio de 2013

Sortilégios Transmutados.


Quando se olha para o futuro sem pensar no presente, depara-se com o vazio semeado no passado.

Carlos Magno Corrêa Dias
04/05/2013

3 de maio de 2013

Caos Institucional.


Quando as Instituições não estão acima de seus profissionais restam apenas as pífias diferenças entre as pessoas.

Carlos Magno Corrêa Dias
03/05/2013

30 de abril de 2013

Contingentes Limitações Antinômicas.


Não há como se contentar com as tautologias quando se reconhece a força das contradições.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/04/2013

26 de abril de 2013

Investimentos em Projetos Devem Ser Entendidos como Negócio e Acompanhados Como Tal.


Promovido pelo Núcleo de Indústrias e Sindicatos (NIS), do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), do Sistema FIEP (SESI/SENAI/IEL), foi realizado no último dia 25 de abril de 2013, em Curitiba, na sede da FIEP, o segundo encontro dos “Temas Relevantes para Indústrias e Sindicatos: Oficina de Elaboração de Projetos, do qual participei e tive a oportunidade de interagir com profissionais da área de Sustentabilidade quando recebemos importantes informações sobre como perspectivar, avaliar, desenvolver e acompanhar projetos na área de responsabilidade socioambiental corporativa.

O evento foi apresentado em dois momentos distintos. Numa primeira etapa, considerações foram apresentadas sobre o propósito e funcionamento do Edital SENAI SESI de Inovação. Criado em 2004, o correspondente edital objetiva apoiar projetos de pesquisa aplicada em Empresas do Setor Industrial, por meio dos Centros de Tecnologia do SENAI e Unidades do SESI, tendo por base a Inovação (tecnológica e social). Da exposição apresentada, ficou evidenciado que o correspondente edital vem se constituindo em um importante meio de aproximação entre o SESI-PR e a Indústria Paranaense.

Em seguida, o tema principal do evento teve seu início com apresentação de palestra que objetivou por em evidência, primeiramente, o quão importante deve ser para as Empresas Investidoras a valorização dos investimentos em ações sociais e a necessária cobrança dos resultados propostos ou atingidos, pois os recursos destinados para a área social devem ser entendidos (principalmente, por parte dos gestores) como negócio e como tal devem ser acompanhados e avaliados para perspectivar em que medida valeram ser aplicados ou se, em dado futuro, poderiam ser novamente considerados ou, simplesmente, desconsiderados.

Uma outra questão particular abordada foi a da Extensão (que, em específico, coincidiu com uma de minhas posições há anos defendida). A Extensão foi aventada no sentido que as Empresas Investidoras em projetos devam considerar investimentos em Instituições que pretendam desenvolver trabalhos voltados para atender os anseios das Comunidades nas quais pretendem contribuir. Não há sentido em desenvolver projetos para uma determinada Comunidade na qual a Instituição executora do projeto detenha apenas um particular conhecimento ou domínio, mas que não interessam sobremaneira à comunidade para a qual o projeto foi pensado. Os projetos devem ser elaborados escutando as reais necessidades daqueles para os quais são idealizados. Assim, primeiramente, deve ser investigado se aquilo que as pessoas realmente anseiam ou precisam está sendo contemplado no projeto, pois do contrário os recursos investidos não gerarão resultados aceitáveis e, muito provavelmente, constituirão prejuízo (no sentido mais estrito do termo).

De outro lado, entretanto, mas fortemente associada à questão precedente, foi enfatizada a questão da capacitação ou não das Intituições nas quais se objetivam investimentos em projetos. Conforme foi pontuado não é possível associar-se com Instituições que sabidamente não desenvolvam um bom trabalho ou não darão conta de atender as expectativas das Comunidades para as quais os projetos são engendrados. Segundo ficou bastante claro na palestra: “investir dinheiro em projetos de instituições sem credibilidade é comprometer o progresso e a imagem da Empresa que investe”. Assim, as Instituições para as quais serão destinados recursos para projetos devem ser previamente investigadas no sentido de avaliar, como já salientado, o “negócio” como um todo perspectivando os possíveis resultados nas frentes envolvidas.

Durante a “Oficina de Elaboração de Projetos” diversos outros pontos (gerenciais, técnicos, de contextualização) foram considerados objetivando mostrar aos participantes como devem ser conduzidos adequadamente (de forma completa e objetiva) os trabalhos quando as Empresas se permitam investir em projetos de Instituições para o atendimento de necessidades em distintas áreas e, em particular, naquelas de responsabilidade socioambiental corporativa e de sustentabilidade.

Carlos Magno Corrêa Dias
26/04/2013