28 de março de 2013

Relações entre Responsabilidade Social Corporativa e Incentivos Fiscais: Uma Associação Necessária.


No último dia 26/03/2013, foi realizado, nas dependências da FIEP, em Curitiba, o “I Encontro de Temas Relevantes para a Indústria e Sindicatos – Incentivos Fiscais”.

O evento, promovido pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), por meio do Núcleo Indústrias e Sindicatos, objetivou apresentar informações ao meio empresarial sobre como destinar parte do Imposto de Renda para Instituições e Projetos Sociais.

Destinado às Indústrias, Sindicatos, Comércio e Serviços (Profissionais da Área de Responsabilidade Social Corporativa e Contábil), durante o encontro foram apresentados cases e palestras tratando de temas tais como: Responsabilidade Social, Leis voltadas aos Incentivos Fiscais, Operacionalização das Leis dos Incentivos Fiscais, Responsabilidade Social Corporativa, Investimento Social Privado e como é possível para as empresas contribuir para ações sociais, mostrando, em conseqüências, as inúmeras vantagens das correspondentes doações.

Por entender que a Responsabilidade Social Corporativa constitui importante “ferramenta” de gestão e fonte de vantagem competitiva para quaisquer organizações devendo ser, portanto, fortemente cobrada nas gestões empresariais; é que fui motivado a participar do evento em referência.

Nos dias atuais, os negócios se obrigam estar associados, necessariamente, à qualidade da gestão empresarial em responder prontamente às mudanças de expectativas dos clientes e de seus comportamentos para a aquisição de produtos que estejam relacionados à melhoria da Sociedade e que causem menores impactos no Meio Ambiente. Essa realidade condicionante tem mostrado ao meio de produção não ser mais possível se manter distanciado do tripé da sustentabilidade: economia, sociedade e ambiente.

Não há como pensar, hodiernamente, empresas que não assumam um papel mais amplo perante a Sociedade que não seja somente o de maximização de lucro, criação de riqueza e obediência às leis vigentes. A Responsabilidade Social Corporativa é condição irreversível. A despeito de quaisquer outras considerações, é patente que sempre se deva investir mais em processos de gestão de forma a apresentar diferenciais competitivos. E neste sentido, a Responsabilidade Social Corporativa constitui excelente estratégia a ser somada para manter ou aumentar a correspondente rentabilidade e o desenvolvimento.

Contudo, é necessário ampliar a conscientização sobre a Responsabilidade Social Corporativa e fomentar o acesso aos Incentivos Fiscais associados. Neste sentido, em particular, o “I Encontro de Temas Relevantes para a Indústria e Sindicatos – Incentivos Fiscais” atendeu as expectativas ao promover a sensibilização de empresas sobre a importância (e necessidade) em se destinar parte do imposto devido para ações sociais e projetos sociais, mostrando os possíveis caminhos. Que essa prática se amplie continuamente.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/03/2013

27 de março de 2013

Cínicos de Ignóbil Compreensão.


Dentre os mais imbecis destacam-se os hipócritas que se julgam especiais.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/03/2013

25 de março de 2013

Empreender é a Solução.


No período de 21 a 24 de março de 2013 tivemos em Curitiba, nas dependências da Universidade Positivo, em Curitiba, a Feira do Empreendedor 2013 – Paraná, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (SEBRAE/PR), que teve por objetivos principais disponibilizar orientações sobre empreendedorismo e promover novas oportunidades de negócios.

O nosso Paraná tem se transformado em um Estado Empreendedor e, sem dúvida, o SEBRAE/PR é um dos grandes responsáveis por tal mudança. A Feira do Empreendedor do SEBRAE é local profícuo e fértil para todo aquele que deseja aprender e apreender sobre empreendedorismo, bem como, ampliar sua visão sobre negócio e o mercado empresarial.

Ultrapassando a marca de dois milhões de participantes, com cento e quarenta e duas edições já realizadas em todo país e completando mais de vinte anos de existência as Feiras do Empreendedor do SEBRAE já realizadas no país são sinônimo de sucesso e inovação, constituindo, possivelmente, nos maiores eventos do Empreendedorismo do Brasil.

Durante a Feira do Empreendedor 2013 do Paraná foram apresentadas diversas palestras sobre temas como gestão de negócios, tendências de mercado, inovação e comportamento empreendedor. Aplicativos e games empresariais, espaços com expositores de oportunidades de negócios, loja-modelo com o que existe de mais moderno em termos de varejo, área exclusiva para atendimento e consultoria, salas para empreendedores de startps, salas com programação especial para jovens, também, fizeram parte do evento que teve como ESTRELA o EMPREENDEDOR.

O evento além de fonte de conhecimento de qualidade sobre Empreendedorismo gerou negócios, promoveu parcerias, orientou o futuro jovem empreendedor, promoveu o despertar de muitos empreendedores e descortinou possibilidades.

Parabéns ao SEBRAE/PR, parceiro do desenvolvimento e (realmente) a Casa do Empreendedorismo do Paraná, pelo grande evento. Que os empreendedores e empresários de micro e pequenas empresas continuem sempre contanto com o apoio e as iniciativas desta fundamental Instituição para que, mediante o conhecimento compartilhado, possam ser cada vez mais competitivos, contribuindo para a melhoria de vida dos paranaenses e para o desenvolvimento de nossa Nação.

Que o Paraná se consolide como o principal Estado Empreendedor da Federação. Que o Empreendedorismo e a Inovação sejam os nossos diferenciais.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/03/2013

20 de março de 2013

Os PRIME Assinalam Vantagens e Obrigação Irreversível.


Como parte da Campanha de Adesão aos PRIME (Principles for Responsible Management Education) foi realizado em 19/03/2013, pelo Núcleo de Instituição de Ensino Superior (NIES), do Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), no CIETEP, evento apresentando considerações sobre os “Princípios para Educação em Gestão Responsável” (PRIME, em português) e como as Instituições de Ensino podem pensar o trabalho associado à Sustentabilidade.

Durante o encontro, realizado sob a forma de Diálogos, foram apresentadas palestras e experiências (cases) relacionadas com os PRIME tais como: de que forma os PRIME surgiram a partir do Pacto Global, como é importante o engajamento das Instituições de Ensino nos trabalhos envolvendo a Sustentabilidade, quais são os princípios dos PRIME, bem como, qual a necessidade e a relevância de se reportar os resultados que já foram atingidos pelos signatários dos PRIME.

Dois cases envolvendo a promoção e o despertar da consciência no Meio Educacional sobre Responsabilidade Socioambiental Corporativa foram apresentados durante o encontro, um do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE) e outro das Faculdades Integradas do Brasil (UNIBRASIL).

O ISAE apresentou o seu método intitulado PerspectivAção o qual constitui um sistema exclusivo de aprendizagem que oferece ao aluno ferramentas para o desenvolvimento de suas competências pessoais, profissionais e como cidadão. No case da UNIBRASIL foi considerado o conjunto dos resultados que a Instituição obteve ao aplicar os PRIME no curso de Administração da sua Escola de Negócios.

Ao participar do evento em referência tive a oportunidade de interagir com os presentes sobre questões importantes relacionadas à Educação Empresarial Responsável desenvolvida com foco nas formas sustentáveis de desenvolvimento e ação, bem como, perspectivar alternativas para incentivar a atuação acadêmica de maneira responsável e de acordo com prerrogativas e valores aceitos internacionalmente como fundamentais para o pleno alcance da Sustentabilidade.

Durante o evento, foi ressaltada, também, a importância do CPCE no processo de sensibilização e de incentivo que tem dado às Instituições de Ensino, Escolas de Negócios e Universidades Corporativas para se tornarem signatárias dos PRIME e incorporarem em suas práticas os temas da Responsabilidade Social Corporativa e da Sustentabilidade.

Os PRIME foram desenvolvidos em 2007 e seguem a filosofia estabelecida pelo Pacto Global da ONU para as empresas signatárias. Assim, os correspondentes princípios estão relacionados aos direitos humanos, às boas condições de trabalho, à sustentabilidade, ao combate à corrupção, bem como, à necessidade de formação de novos líderes empresariais mais conscientes dos impactos de suas futuras escolhas e decisões.

Os seis Princípios para Educação Empresarial Responsável foram novamente enfatizados durante o evento. Tais princípios são os seguintes:
(1) Propósito: “desenvolver a capacidade dos estudantes para serem futuros geradores de sustentabilidade para os negócios e a sociedade, e para trabalharem por uma economia global mais inclusiva”.
(2) Valores: “incorporar nas atividades acadêmicas e nos currículos os valores da responsabilidade social global como as retratadas pelo Pacto Global das Nações Unidas”.
(3) Método: “criar modelos educacionais, materiais, processos e ambientes que viabilizem um efetivo aprendizado de experiências em liderança responsável”.
(4) Pesquisa: “engajar-se em pesquisas conceituais e empíricas que ajudem a avançar no entendimento do papel, da dinâmica e dos impactos das corporações na criação de valores sociais, ambientais e econômicos sustentáveis”.
(5) Parcerias: “interagir com os gestores de negócios e estender o conhecimento a seus desafios em responsabilidades sociais e ambientais e explorar, conjuntamente, abordagens para esses desafios”.
(6) Diálogo: “facilitar e apoiar o diálogo e o debate entre educadores, negócios, governos, consumidores, mídia, organizações da sociedade civil, outros grupos interessados e os stakeholders em assuntos críticos relacionados a responsabilidade social global e sustentabilidade”.

Diante dos princípios relembrados, ressaltou-se, uma vez mais, o quão importante é para as Instituições de Ensino passarem a ser signatárias dos PRIME. Os benefícios da adoção do PRIME nas Instituições de Ensino são, em muito, algo similares àqueles evidenciados para os negócios quando se engajam em práticas empresariais responsáveis servindo, efetivamente, como fator de mudanças sistêmicas e agente das boas práticas. Neste sentido, chamou-se a atenção dos presentes para ampliar ainda mais o número de signatários aos PRIME.

Dentre as orientações apresentadas no encontro foi observada, ainda, a importância de se apresentar os resultados obtidos por parte das Instituições signatárias dos PRIME haja vista que o Sharing Information (Relatório do PRIME) além de constituir um instrumento de comunicação permite realizar um balanço das atividades realizadas evidenciando erros e acertos. Ponderou-se, entretanto, ser recomendável confeccionar os correspondentes relatórios de forma a integrar as informações sobre o Pacto Global, os ODM e os PRIME. O ISAE deixou instruções de como preencher o Sharing Information.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/03/2013

16 de março de 2013

Modal Contrato Incondicional.


Obedecer é pedir permissão à razão para entender os motivos que obrigam cumprimento da respectiva ação.

Carlos Magno Corrêa Dias
16/03/2013

14 de março de 2013

Doações de Necessárias Consequências.


Cumprindo minhas prerrogativas enquanto Professor e atendendo parte do propósito de sempre disseminar o conhecimento, doei à Biblioteca do Campus Campo Mourão da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em 13/03/2013, exemplares de meus livros intitulados “Lógica Matemática: Introdução ao Cálculo Proposicional” (ISBN: 978-85-88925-15-1) e “Silogística: Introdução à Lógica Categórica” (ISBN: 85-900661-9-3).

Que as obras continuem a auxiliar, o tanto quanto possível, todos os leitores que prestigiam o correspondente trabalho com o acesso e o estudo dos conteúdos apresentados segundo a particular forma de exposição e desenvolvimento.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/03/2013

11 de março de 2013

Esperanças Renovadas Aprisionam Desenganos.

          
Um dia a harmonia, o respeito e a dignidade entre os homens se farão presentes e seremos dignos da humanidade que nos deveria pertencer.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/03/2013

9 de março de 2013

Simbiose Mantida para o Desenvolvimento da Ciência. (Parte III)


Concluindo a exposição pretendida, há de se observar, quanto às contribuições de Boécio à matemática, que suposições dariam conta que teria o romano em questão apresentado aperfeiçoamentos ao ábaco, sendo o principal aquele em que foram introduzidas em cada ranhura ou arame de marcas as esferas com sinais diferentes, chamados ápices, que correspondiam aos algarismos gobar, usados pelos árabes de Espanha, mas sem o zero (o qual com o ábaco não era necessário). Muitos historiadores insistem em atribuir tal aperfeiçoamento a Boécio (embora historiadores existem que o atribuam a outros autores).

É sabido que Pitágoras (c. 571 a.C./570 a.C - c. 497 a.C./496 a.C.), segundo Proclo (410 - 485) dividia a ciência matemática em quatro partes; quais sejam: duas correspondentes às quantidades discretas (consideradas em si mesmas ou em relação com outras) e outras duas correspondendo às quantidades contínuas (no estado de repouso em movimento). A Boécio é atribuída a divisão da matemática em aritmética, música, geometria e astronomia. A referida divisão ficou conhecida com o nome de quadrivium, conforme a designou Boécio, sendo seguida durante toda a Idade Média. O quadrívio constituiu, durante muito tempo, um curso de estudos necessário e suficiente para uma instrução liberal. Veja-se, entretanto, que Boécio, quanto ao quadrívio, cita como fonte fundamental da sua informação em muitos pontos de doutrina, a Arquitas (428 a.C. - 365 a.C.), que se supõe seja o célebre geômetra, mestre de Platão.

Tendo sido Boécio muito habilidoso na mecânica e na gnomônica tornou público o uso dos quadrantes solares, dos relógios de água, dos relógios hidráulicos. Conta-se que, por ordem de Teodorico, Boécio teria construído para o rei dos burgundos dois relógios, um solar, outro hidráulico. Nas palavras de Teodorico estes relógios teriam sido construídos “a fim de que os estrangeiros saibam que temos aqui uma nobreza tão instruída como o são aqueles que nas suas nações fazem profissão de saber”.

Outra contribuição de Boécio diz respeito às tábuas de duas entradas em uso atualmente; as quais, segundo se sabe, não existem indícios de que os gregos as conheciam. Na Geometria de Boécio se encontra uma tábua de multiplicação de dupla entrada em substituição às tabelas de uso freqüente na correspondente época.

É importante ressaltar que em alguns casos a obra matemática de Boécio, embora muito usada em escolas monásticas medievais, pode ter sofrido interpolações posteriores, por isso é difícil determinar precisamente o que se deve de fato ao próprio Boécio. Contudo, é claro que o autor se preocupava principalmente com dois aspectos da matemática: sua relação com a filosofia e sua aplicabilidade a problemas de mensuração. Da matemática como estrutura lógica há poucos traços, embora tenha dado, também, importante contribuição à própria lógica enquanto tal. Há alguma presunção, também, que em Boécio haveria a origem pitagórica do sistema decimal de numeração.

Em certos manuscritos de Boécio aparecem formas numerais, ou ápices, semelhantes, para uso no ábaco. Entretanto, os ápices atribuídos a Boécio foram criações próprias ou, de outro lado, foram interpolações posteriores de seus seguidores? De qualquer forma, porém, há de se salientar: a situação quanto à introdução dos numerais na Europa é mais ou menos tão confusa quanto a da invenção do sistema talvez meio milênio antes. Além disso, não se sabe se houve um uso continuado dos novos numerais na Europa a partir de Boécio. De certo mesmo é que somente no século treze é que o sistema indo-arábico ficou definitivamente estabelecido na Europa, e isto não foi, certamente, realização de um único homem, mas de vários, em distintos períodos.

Partindo-se da suposição que os indianos tenham inventado o nosso sistema de numeração, aos neopitagóricos caberia o acolhimento das idéias correspondentes (e, afirme-se, foi notória a propensão dos neopitagóricos para acolher as idéias brahmânicas). Mas Boécio foi o último dos neopitagóricos. De Boécio, outros teriam aprendido o correspondente sistema que foi difundido em toda a Europa, sem exclusão da Espanha. E, na Espanha, os árabes descobrem o referido sistema, apoderando-se dele convenientemente.

Portanto, poder-se-ia afirmar que, embora Boécio não tenha inventado o sistema decimal de numeração, foi o primeiro geômetra que, no ocidente, se ocupou dos sinais numerais, os quais só muitos séculos mais tarde a Europa deveria adotar, pela propaganda dum modesto mercador de Pisa: o formidável Leonardo Fibonacci.

A obra matemática de Boécio conduz a um novo horizonte na história da matemática, onde, no declínio das matemáticas gregas, começava a formar-se uma nova escola de matemáticos, que, tendo que buscar nos clássicos gregos muitas das idéias em geometria, em álgebra e em astronomia, as assimilou e desenvolveu, juntando-lhes novas características e novas idéias próprias. Os árabes haveriam, por sua vez, que assimilar e desenvolver tais idéias, transmitindo-as aos povos do ocidente, os quais, com novos métodos para a resolução dos problemas numéricos, produziram progressos na matemática, que, como nos tempos áureos da Grécia antiga, havia de reflorir e expandir-se.

A despeito das considerações precedentes há de se salientar (com relativa insistência) que, aproximadamente, do século V até o século XI a civilização na Europa Ocidental atingiu níveis muito baixos: o ensino praticamente deixou de existir, quase todo o saber grego desapareceu e muitas das artes e dos ofícios legados pelo mundo antigo foram esquecidos. Pode-se dizer que apenas os monges dos monastérios católicos e uns poucos leigos cultos preservaram um “pouco” o saber grego e latino. Além do mais, o período foi marcado por muita violência física e intensa fé religiosa. A ordem social antiga cedeu lugar a uma outra, feudal e eclesiástica.

Porém, se não tivesse existido Boécio, não haveria a “simbiose científica” entre o “mundo romano” e a “realidade escolástica”, e, certamente, o desenvolvimento não teria atingido o nível atual que experimentamos.

Carlos Magno Corrêa Dias
09/03/2013

5 de março de 2013

Estranha Perturbação Irresoluta.


Quando a loucura deixa de ser uma simples tautologia e passa a compor a única conclusão possível de uma falácia é atingido o real grau de insanidade que se objetivava inferir.

Carlos Magno Corrêa Dias
05/03/2013

3 de março de 2013

Embate Ilógico de Atemporal Consequência.


Felicidade e Tristeza são sentimentos atemporais e ilógicos que conduzem os homens ao contínuo embate.
 

Carlos Magno Corrêa Dias
03/03/2013