6 de julho de 2012
Obra Sobre Lógica Matemática Gera Novo Registro de Propriedade Intelectual.
uinhentas e trinta) páginas e dividida em nove capítulos, trata da Álgebra Proposicional necessária para o estudo da Teoria da Argumentação Dedutiva em Lógica Formal de Primeira Ordem.
1 de julho de 2012
Do Lógico ao Semiótico e de Volta ao Filosófico.
Como tenho observado, por seguidas vezes, o vocábulo PATERBLINK constitui uma variação (inapropriada) do termo PATHERBLINCK que criei anos atrás para denominar uma forma particular de Estrutura Lógica Bivalente (Completa e Correta), a qual está associada à “Lógica Forte dos Neologismos Semióticos”, também, de minha criação. Inapropriado aqui utilizado no sentido lato e contrário ao termo “apropriado” de apropriação; mas não, estritamente, como, simplesmente, “indevido”.
É, porém, natural, que, com o passar do tempo, variações redigidas de PATHERBLINCK surjam a partir da pronúncia do termo em referência no mundo físico, sem que o arcano se revele. Todavia, ao se manter não revelado, naturalmente, se obriga habitar outros mundos possíveis; como é o caso de passar a ser considerado, por exemplo, em sítios da World Wide Web ou no recôndito das mentes que alvitram os correspondentes entendimentos materiais do termo em referência.
Algo semelhante ocorre, entretanto, e necessariamente, com o termo associado ONGMA (o qual, em muitas das vezes, passa desapercebido; embora seja fundamental e não dissociado do primeiro). ONGMA é outro dos neologismos que criei para instituir a Álgebra Consistente que possibilita equacionar argumentações válidas ou falaciosas no mundo PATHERBLINCK. Assim, ONGMA e PATHERBLINCK habitam, em simbiose, um mesmo mundo possível cujo conhecimento é essencial para a abertura das portas da Lógica por eles condicionada e que transcendem as usuais formas conhecidas de se raciocinar.
Não é possível, acrescente-se, de imediato, apreender o significado destes termos sem se considerar a dualidade de segunda ordem existente entre os mesmos, a qual, por sua vez, remete, necessária, mas não suficientemente, a um sentido ontológico que proclama uma determinada comunhão ou interseção semiótica entre os dois entes, mas que, dialeticamente, não permite que qualquer dentre eles seja subconjunto lógico do outro, ainda que na identidade aventada semelhante conhecimento filosófico seja auferido para transcender os correspondentes significados.
Assim sendo, a questão em consideração encontra-se muito distante (e além) de axiomas triviais que condicionam teorias notoriamente conhecidas, ultrapassando, também, o alcance limitante (mas não de todo limitado) da bivalência e dicotomia.
Sobre a “Lógica Forte dos Neologismos Semióticos”, na qual transitam, natural e formalmente, os termos ONGMA e PATHERBLINCK, caberão, em futuro próximo, as necessárias observações. Contudo, neste tempo, ficam apenas as considerações anteriormente aventadas que promulgam, intencionalmente, é claro, a manutenção do suposto enigma.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 01/07/2012
30 de junho de 2012
MITOS Afastam os Homens das CIÊNCIAS, das ARTES e da FÉ.
Considerações sem fundamento
objetivo ou científico que dão origem a histórias em universos puramente
maravilhosos constituem apenas narrativas de caráter simbólico instituídas para
manter a proliferação de recorrentes e desejadas crenças.
Estas últimas, por sua vez, devido à especificidade
fantasiosa, procuram interpretar ou entender a existência de uma dada cultura desenvolvida ou de um
determinado valor instaurado, de forma assaz particular e estrita, fazendo
forte apelo aos mistérios que são permitidos aceitar. Tal é o caso, por
exemplo, de se atribuir feitos extraordinários ou inumanos a seres que foram
apenas reais, normais ou, também, simplesmente, mortais.
Muitas falácias (ou, na verdade, sofismas) são
consideradas em torno de pessoas que ao longo do transcorrer do tempo assumiram
a posição de seres históricos e que por motivos dos mais variados, centrados,
em geral, em pretextos não racionais ou impelidos por quimeras incontroláveis,
ofuscam, efetivamente, a verdade; dando origem aos venerados e questionáveis
mitos.
Mas, uma separação, entre o mito e o verdadeiro, é
exigida de forma lógica pela racionalidade compulsória. Assim, antes de se
venerar os mitos que se vão surgindo, abundantemente, seria recomendável
considerar, para cada caso, o conjunto da obra e perspectivar as consequências
geradas. Ver-se-ia, então, que não haveria como sustentar aquelas mitologias
criadas pelo emocional ou pela compulsiva necessidade de identificar seres
fantásticos dentre os normais para, talvez e por outro lado, sustentar o desejo
de amenizar, psicologicamente, formas reconhecidas de não compreensão dos
resultados propostos.
Não se deve, entretanto, esquecer que os mitos
constituem necessidade humana e que tanto a manutenção dos mitos existentes
(impostos por gerações precedentes) quanto a criação de novos mitos
(solicitados pelas gerações atuais) obscurecem o juízo, condicionam ilusões
ilimitadas e afastam os homens da CIÊNCIA, das ARTES e da FÉ.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 30/06/2012
17 de junho de 2012
Graus de Indulgência Necessários.
A vida é mais horrenda ou menos assustadora segundo o grau de indulgência que cada um é capaz de suportar.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 17/06/2012
12 de junho de 2012
Subversões Científicas.
A incompetência científica transvestida de inovação tecnológica subverte a Academia com pesquisas inúteis.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 12/06/2012
7 de junho de 2012
Transformadores de Realidades.
Olhar para o nada e enxergar possibilidades não é próprio daqueles que são considerados visionários, mas constitui a essência dos homens que transformam realidades.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 07/06/2012
23 de maio de 2012
A Conjunção do Direito Grego (em geral) e da Ordem Helênica (em particular).
A democracia se faz, de forma civilizada, a partir dos fóruns deliberativos definidos para a tomada de decisões da sociedade. Assim, as Assembleias legalmente constituídas são os fóruns democráticos de deliberação coletiva. O fundamento da democracia se apoiaria, então, na soberania gerada pela voz, assento e voto dos cidadãos nestes fóruns organizados para a tomada de decisão. Contra tal lógica quaisquer posicionamentos contraválidos se mostram conflitantes ou compulsivos, mas jamais compulsórios.
O homem civilizado deveria, então, com base em sua lógica racional, comungar cumplicidade com o direito grego (em geral) e se associar à ordem helênica (em particular) em dada medida e em muitos daqueles assuntos que envolvem deveres e direitos dos cidadãos, como é o caso, por exemplo, das decisões de classes que envolvem a sociedade. Assim, seguindo Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.) seria natural compartilhar que “... o homem é, por natureza, um animal social ... o indivíduo separado da cidade não se basta a si próprio ... e aquele que não pode viver em sociedade ... não é membro da cidade, mas uma besta ou um deus" (Política, I, 1, 1253a). Contudo, nesta linha de condução, por semelhante condição, dever-se-ia considerar, também, o lendário (ou histórico) Homero (c. 850 a.C.) quando nos faz observar que “... a cidade faz parte das coisas naturais e que o homem é por natureza um animal político ... aquele que por natureza, e não simplesmente por acidente, se encontra fora da cidade ou é um ser degradado ou é um ser acima dos homens, sendo apenas alguém sem linhagem, sem lei, sem lar”. (Homero, Ilíada, IX, 63.)
A despeito do contexto presente considerado nesta narração recomenda-se, fortemente e sem reservas, mesmo que partindo de condicionais contingências, a leitura destas duas obras em referência: Política de Aristóteles e Ilíada de Homero. Perceber-se-ão conflitos inevitáveis os quais obrigarão revisão de conceitos invariavelmente.
Os parágrafos em questão fizeram parte da palestra “A Conjunção do Direito Grego (em geral) e da Ordem Helênica (em particular)”, que proferi, em 18 de maio de 2012, durante o encerramento do Curso “A Lógica da Necessidade”.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 23/05/2012
18 de maio de 2012
Dilemas Cotidianos Propõem Lógica Associada às Idiossincrasias de Humanização.
Cumprindo a Lei Federal do Depósito Legal, Lei número
10994, de 14/12/2004, encontra-se depositado na Biblioteca Nacional o livro
intitulado DILEMAS COTIDIANOS, de minha autoria.
A obra em referência, meu vigésimo livro que
escrevi, editei e publiquei, está cadastrada na Agência do ISBN com o
International Standard Book Number 978-85-88925-12-0 e constitui, também, meu
quadragésimo registro de Propriedade Intelectual como autor com correspondente
assentamento federal no EDA da Biblioteca Nacional.
Acrescente-se, a propósito, que a Lei do Depósito Legal de Publicações
no Brasil vem assegurar, mediante correspondente registro e arquivo, a
preservação da produção intelectual nacional, possibilitando a defesa e a
salvaguarda da língua e cultura nacionais com a formação da Coleção Memória Nacional,
da qual agora faz parte a publicação em referência.
Quando à obra, observo que a mesma está dividida em
duas partes que mutuamente se completam no sentido de perspectivar uma
introdução, não categórica ou sistêmica, ao que arbitrei qualificar de Lógica
dos Condicionais e Contingentes Dilemas Associados às Idiossincrasias de
Humanização.
Na primeira parte da obra são expostos, não de
forma usual e explícita, dilemas impeditivos para o avançar na caminhada que
levaria ao despertar de uma humanização. Na segunda parte do livro é
apresentado conjunto de preceitos que encerram o propósito de considerar, de
forma mais direta, diga-se objetiva, como aforismos, algumas das várias
posições envolvidas e inquietudes reveladas frente aos dilemas impostos.
Segundo intencionado, em DILEMAS COTIDIANOS,
confronto, de forma indireta, questionamentos sobre dilemas lógicos que põem em
apreciação o reconhecimento de contradições que fazem dos homens seres
antagônicos à humanidade quando estes mesmos seres pensantes se obrigam
transpor os limites remotos da humanização e abandonam a dignidade que os
deveria distinguir.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 18/05/2012
10 de maio de 2012
Inteligência Lógica nas Ciências Exatas.
Em 3 de maio de
2012, foi concluído o Curso de Extensão Universitária sobre INTELIGÊNCIA LÓGICA
NAS CIÊNCIAS EXATAS o qual ministrei, exclusivamente, para Acadêmicos de Cursos
de Engenharia.
No Curso tratei das relações de impregnação mútuas
entre a Inteligência Lógica (um dos sete tipos de inteligência e que está
fortemente relacionada ao lado direito do cérebro) e a Engenharia Inferencial
(que tenho estruturado nos últimos anos). Apresentei, também, Modelos
Gerenciais Analíticos e Estruturas Algébricas dos Cálculos Lógicos aplicados à
Teoria da Demonstração Dedutiva e à Teoria da Argumentação em Sistemas
Algébricos Dicotômicos e Bivalentes.
O Curso de Extensão Universitária em referência foi
apresentado gratuitamente para os participantes e não cobrei honorários
(proventos) para ministrar as correspondentes aulas do curso, como tem sido um
costume meu (quando se trata de atividades de extensão universitária).
A Extensão Universitária, em minha concepção, deve
sempre estar centrada nestes dois parâmetros (gratuidade para os participantes
e não cobrança de proventos por parte dos ministrantes) para que as
Instituições Públicas de Ensino possam cumprir, em parte, sua contrapartida com
a Sociedade que as mantém.
Nos últimos anos tenho certificado, mediante
desenvolvimento de meus Cursos, Palestras e Seminários, diversos Acadêmicos das
Ciências Exatas no campo da Lógica Matemática.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 10/05/2012
20 de abril de 2012
Engenharia Inferencial.
No período de 03 de abril a 13 de abril de 2012, ministrei o Curso de Extensão Universitária intitulado ENGENHARIA INFERENCIAL.
O Curso objetivou apresentar aos participantes técnicas formais de avaliação de processos dedutivos direcionadas para a aquisição de conhecimentos, bem como, propor métodos algébricos de gerenciamento sistemático de informações tomando por suporte os Cálculos Algébricos da Lógica Matemática Sentencial e Predicativa de Primeira Ordem.
Neste curso apresentei, também, os fundamentos da Engenharia que denomino ENGENHARIA INFERENCIAL, onde Inferências Lógicas constituem a base para a criação, aperfeiçoamento ou implementação de soluções.
Está forma estrita de Engenharia objetiva engendrar modelos formais de solução de problemas equacionáveis algébrica e logicamente, bem como, produzir dispositivos automáticos para aferir a validade de raciocínios dedutivos originalmente identificados.
Carlos Magno Corrêa Dias
Curitiba-PR, 20/04/2012
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