9 de janeiro de 2015
É incompreensível o brutal esforço promovido para se manter subdesenvolvido.
Em 28/04/2014, publicava o artigo “Chamando RESPONSABILIDADES Contra TRAGÉDIAS ou CRIMES.” (http://observatorio-ongma-patherblinck.blogspot.com.br/2014/04/chamando-responsabilidades-contra.html) no qual, mais uma vez, insistia em chamar a atenção para a insensata caminhada mantida pelo Brasil no sentido oposto ao de garantir pela via da Educação a instanciação de uma Nação Soberana cujo Progresso e o Desenvolvimento sejam os condutores para a promoção da melhoria de vida dos nossos Cidadãos.
Todavia, convivendo passivamente com os sempre pífios resultados atingidos, a situação perturbadora, seguidamente comentada, se mantém inalterada.
Carlos Magno Corrêa Dias
09/01/2015
20 de dezembro de 2014
Condicionais necessidades de transcendentes suficiências.
Com ISBN 978-85-88925-20-5 publiquei, agora no final de 2014, meu mais novo livro intitulado CONDICIONAIS NECESSIDADES DE TRANSCENDENTES SUFICIÊNCIAS.
A obra em referência, a partir de 18 de novembro de 2014, passou a compor, também, meu conjunto de Propriedades Intelectuais uma vez que na correspondente data recebi do EDA/FBN/MinC o respectivo Registro.
Conforme recibo número 3.982/14, de 11/12/2014, passei a ter a honra de possuir esta minha obra legalmente depositada na nossa fantástica Biblioteca Nacional contribuindo, uma vez mais, para a preservação e guarda da Produção Intelectual Nacional.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/12/2014
14 de dezembro de 2014
Desenvolvimento das TIC na gestão pública é caminho para a qualidade de vida das populações.
Nos dias 27 e 28 de novembro de 2014 foi realizado, em Foz do Iguaçu, o II Congresso Paranaense de Cidades Digitais, momento ímpar no Paraná que sinaliza o futuro que deveremos seguir no campo das Tecnologias da Informação e Comunicação para a melhoria de vida da População e o desenvolvimento de nosso Estado e da Nação.
O II Congresso Paranaense de Cidades Digitais, desenvolvido com o tema TRANSFORMANDO MUNICÍPIOS EM CIDADES INTELIGENTES, focando o desenvolvimento econômico e social proporcionado pela melhoria da infraestrutura das TIC na Gestão Municipal integra a Agenda Pública do Paraná e chamou a responsabilidade para a necessidade do desenvolvimento intenso de aplicações das TIC para possibilitar a real melhoria continua da qualidade de vida nas Cidades.
Antecedendo o Congresso Paranaense de Cidades Digitais, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD), foram realizadas três Rodas Regionais (em Curitiba, Cascavel e Londrina) como preparativo para o evento principal. Cada Rodada objetivou o compartilhamento de soluções e networking regional. A Rodada de Curitiba envolveu as Regiões dos Campos Gerais, Litoral e Região Metropolitana de Curitiba; a Rodada de Cascavel as Regiões Oeste e Sudoeste; e, a Rodade de Londrina as Regiões Norte e Noroeste do Paraná.
O II Congresso Paranaense de Cidades Digitais apresentou políticas públicas e soluções para implantação de projetos relacionados às Cidades Inteligentes e contou com a participação de prefeitos e gestores públicos de cem diferentes localidades, de nove Estados Brasileiros. A ideia foi disseminar soluções e experiências de localidades que estão à frente no processo de investimento em infraestrutura e melhoria dos serviços públicos a partir da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).
Foram destaques no evento cidades como Telêmaco Borba, Viçosa do Ceará e Vitória da Conquista (BA). A RCD homenageou gestores que estão investindo em TIC para melhoria dos serviços públicos e promovendo a inclusão digital tais como os casos de Guaratuba (no litoral do Estado), Iboporã (na região Norte) e de Santana do Itararé (município de cerca de seis mil habitantes, localizado no Norte Pioneiro).
Ibiporã foi a primeira cidade do Paraná a operar o programa Cidades Digitais, do Governo Federal. Guaratuba investe no projeto de rede inteligente para melhoria em setores como iluminação pública, controle de energia e água e frota de veículos. Santana do Itararé iniciou seu projeto de Cidade Digital em 2009 com recursos próprios, promovendo a inclusão digital e aumentando a arrecadação do município.
Passado o evento os trabalhos continuam e diversos outros municípios continuam a se destacar tais como Santa Mariana (no Norte Pioneiro) que conta com Praça Digital que oferta a baixo custo sinal Wi-Fi para toda a população, ou Telêmaco Borba que aprimorou seu Projeto de Cidade Digital melhorando os serviços públicos e fornecendo internet rápida de graça ao cidadão.
O Mapa das Cidades Digitais está disponível no site http://redecidadedigital.com.br/. Confira e entenda por que as Cidades Digitais serão Cidades Inteligentes e estas o nosso futuro.
Carlos Magno Corrêa Dias
14/12/2014
30 de novembro de 2014
Paraná e TIC rumo às Cidades Inteligentes
No período de 27 a 28 de novembro de 2014, foi realizado, em Foz do Iguaçu, o II Congresso Paranaense de Cidades Digitais o qual reuniu Gestores Públicos de diferentes localidades do país para conhecer e discutir Soluções e Experiências relacionadas com Infraestrutura e Melhoria dos Serviços Públicos para a População a partir da utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).
No evento foram tratadas Políticas Públicas e casos de Cidades Digitais em desenvolvimento no país além de soluções para a Gestão Pública, a exemplo do PROJETO REDE 399 DO PARANÁ (http://www.rede399.pr.gov.br/) o qual tem contribuído para auxiliar os Municípios do Estado do Paraná no planejamento de Projetos de Tecnologia para a transformação das Cidades Digitais em Cidades Inteligentes. Foram apresentadas, também, informações sobre a atual Legislação para Cidades Digitais (http://www.mc.gov.br/), aspectos determinantes da Governança em TIC, perspectivas para futuros desenvolvimentos, dentre outras questões relacionadas.
Especial atenção foi dada às Linhas de Financiamento para Investimento em Cidades Digitais tais como a do Programa de Mobilização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos (PMAT) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES (http://www.bndes.gov.br/) e a do PMAT Automático do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE (http://www.brde.com.br/).
O Congresso mostrou, ainda, um mundo de inúmeras possibilidades de avanços e trabalho no campo do Desenvolvimento Científico e Tecnológico pondo em evidência, em particular, como DRONES, BIG DATA e SOFTWARE LIVRE podem e estão sendo utilizados na Gestão Pública para a tomada de decisão visando a Melhoria de Vida da População.
Neste sentido, ficou muito claro que, nós, a TECNOLÓGICA, temos um rico e profícuo caminho a seguir quanto a sermos, também, outro dos protagonistas na geração de Inovações que venham promover a necessária simbiose entre Extensão e Pesquisa, entre Universidade e o Mundo Real.
Carlos Magno Corrêa Dias
30/11/2014
29 de novembro de 2014
Mais Lógica de Primeira Ordem fortalecendo o poder de transformar.
LÓGICA MATEMÁTICA APLICADA NA AVALIAÇÃO DE RACIOCÍNIOS DEDUTIVOS é a denominação de Curso de Extensão Universitária e Tecnológica que estou ministrando atualmente para Alunos regularmente matriculados em Cursos de Graduação do Sistema UTFPR.
Semelhante Curso, ofertado gratuitamente para os Alunos e sem ônus para a Instituição, constitui outra das Ações de Extensão que desenvolvo corroborando minha contrapartida com a Sociedade.
Muito em breve mais uma Turma terá somada a força da LÓGICA DE PRIMEIRA ORDEM para ampliar seus poderes na transformação de realidades.
Carlos Magno Corrêa Dias
29/11/2014
28 de novembro de 2014
Conheça outro Brasil visitando o Portal ODM.
Você já visitou o Portal de Acompanhamento Brasileiro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)?
Acesse, então, www.portalodm.com.br e conheça outro Brasil.
Carlos Magno Corrêa Dias
28/11/2014
27 de novembro de 2014
Congresso aborda transição ODM/ODS e comemora dez anos de atuação.
Com o tema A CAMINHADA DOS ODM NO PARANÁ E A AGENDA PÓS-2015 o SESI-PR, por meio do Movimento Nós Podemos Paraná, do CPCE (Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial) e do CIFAL (Centro Internacional de Formação de Atores Locais para América Latina), realizará, em Curitiba, nos dias 2 e 3 de dezembro de 2014, o Congresso Nós Podemos Paraná.
O evento, já na sua sétima edição, celebrará os dez anos de participação do Paraná na campanha para o alcance dos ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) propostos pela ONU (Organização das Nações Unidas) e será uma oportunidade para conhecer os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Participe! Mais informações: http://goo.gl/GIQ3f.
Carlos Magno Corrêa Dias
27/11/2014
20 de novembro de 2014
Força da LÓGICA ampliando poder de futuros Engenheiros.
No último dia 30/10/2014, conclui o Curso de Extensão Universitária e Tecnológica intitulado LÓGICA FORMAL APLICADA NA ANÁLISE DEDUTIVA DE INFERÊNCIAS o qual ministrei para Alunos regularmente matriculados em Cursos de Engenharia do Câmpus Curitiba da UTFPR.
As correspondentes certificações nos domínios da LÓGICA, em particular nas áreas da Análise Inferencial e da Teoria da Argumentação, dão aos participantes mais poder para engendrar soluções e promover transformações em seus futuros campos de atuação profissional.
Carlos Magno Corrêa Dias
20/11/2014
17 de novembro de 2014
Celebrando a AMIZADE PELO SABER.
Apropriando-nos da argumentação lógica, da análise conceitual, das experiências de pensamento ou de quaisquer outros métodos a priori, sejamos mais um Φιλοσοφία (do grego, literalmente, “amigo da sabedoria”.
Celebremos, então, sem temor, o DIA INTERNACIONAL DA FILOSOFIA.
Carlos Magno Corrêa Dias
17/11/2014
15 de novembro de 2014
Relações entre Ensino e Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação são condicionantes.
Quanto à Legislação sobre Ciência, Tecnologia e Inovação encontram-se em vigência, no Brasil, a Lei número 10.973/04, de 2 de Dezembro de 2004, a denominada Lei de Inovação Tecnológica, que dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências; e, o Decreto 5.886/06, de 6 de Setembro de 2006, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Gratificadas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e dá outras providências.
Há de se observar, também, que existem as Leis de Inovação Estaduais e as Leis de Inovação Municipais as quais visam dispor sobre medidas de incentivo à Inovação e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Ambientes Produtivos, como é o caso da Lei número 17.314, de 24 de setembro de 2012 que constitui a Lei Estadual de Inovação do Paraná.
A despeito, porém, das Leis mencionadas, há movimentações no país que objetivam propor um novo ARCABOUÇO LEGAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO para o Brasil no sentido de se implantar um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Assim sendo, existem dois Projetos de Lei que se encontram em tramitação nas Casas do Congresso. No Senado Federal temos o PLS 619/11 (de 04/10/2011) e na Câmara Federal, mais adiantado quanto ao cumprimento das correspondentes rotinas, aparece o PL 2.177 (de 31/08/2011).
Todavia, há de se observar, existe um certo desassossego no correspondente meio quando são avaliadas as consequências futuras para o Ensino e quanto ao giro eficiente da Tríplice Hélice (ou Hélice Tripla) de Desenvolvimento que defendemos (principalmente, naquilo que diz respeito às funções precípuas da Academia) dado que existem alguns pontos não suficientemente explicitados nas correspondentes propostas.
O Modelo da Tríplice Hélice pensado no Paraná, em parte fruto das intensas avaliações e estudos desenvolvidos para a implantação da Lei Estadual de Inovação do Paraná, é um modelo adaptado para atender as nossas necessidades enquanto Estado e que considera a relação de aproximação entre Empresas (em particular as Indústrias), o Governo e as Universidades na geração de Conhecimento Científico e Tecnológico e Inovação para o nosso desenvolvimento e progresso.
A Tríplice Hélice de Desenvolvimento considera o Governo como o fornecedor de suporte (político ou financeiro) para a realização de projetos que permitam aproximação efetiva entre as Empresas e as Universidades, pois, atualmente, enquanto as Empresas participam com conhecimento de mercado e demanda de novas criações as Universidades desenvolvem (na maioria dos casos) conhecimento teórico que dificilmente será utilizado para o desenvolvimento ou resolução imediata de problemas do mundo real. Assim, Academia e Meio de Produção caminham em sentidos opostos quando a direção é o progresso e o desenvolvimento.
Como temos observado, a Academia se permite fixar (atracar) no porto seguro da Ciência e a Indústria (e o Meio de Produção em geral) alça voos no mundo das possibilidades com as assas das Tecnologias. Mas, uma das principais formas de atuação governamental no giro da Tríplice Hélice pretendida seria o de poder conceder financiamento (com venture capital, capital de risco) para a criação de novas Empresas (especializadas) que se apropriariam dos Conhecimentos das Universidades para romper as fronteiras das Ciências e intensificar ainda mais o poder das Tecnologias.
Nas Academias (que não seguem Leis de mercado) não existe pressão por apresentação de resultados positivos ou por garantir valor agregado enquanto que nas Empresas qualquer falha no desenvolvimento de um produto significa prejuízo, perda de competitividade e obsolescência. Pode-se dizer que na Academia não existe fracasso, não há riscos, dado que se toma o posicionamento da recuperação na qual se um dado estudo não atingiu o resultado esperado o mesmo será reproduzido (repetido) sequencialmente até o cumprimento dos objetivos aventados. Este procedimento e o respectivo “tempo acadêmico” são incompatíveis para os propósitos do Meio de Produção que objetiva lucro no menor tempo possível.
É percebido, entretanto, nas propostas de Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em referência que aspectos como os em consideração não são levados em avaliação e que condições básicas de integração de “compliance” com as boas práticas de governança corporativa e de gestão de riscos não estão, também, sendo observadas.
De outro lado, as extensas aberturas e amplas flexibilizações pensadas (sem contrapartidas regimentais explícitas que visem regras de segurança) nos projetos propostos são, também, preocupantes, pois poderá dar origem a outras dificuldades sistêmicas para o adequado e necessário desenvolvimento dos setores envolvidos uma vez que não é considerada a participação objetiva ou efetiva dos universitários junto às empresas que poderão ser edificadas.
A pesquisa, seja ela aplicada ou não, não substituirá jamais a Formação Acadêmica de Graduação dos Profissionais que fazem o mundo real girar. Subverter semelhante lógica seria assinar a manutenção do subdesenvolvimento de um país.
Como temos observado, Ciência e Tecnologia (orientadas pela Inovação) devem caminhar juntas para o desenvolvimento e progresso da Nação e, consequentemente, para possibilitar a geração de conhecimento útil para a Melhoria de Vida das Pessoas. Assim, nem Ciência e nem Tecnologia pode sobrepujar a outra em importância ou necessidade. É um erro, também, pensar que Tecnologia e Ciência possam servir categoricamente a um mesmo propósito. Porém, não se deve correr o risco de se possibilitar a dicotomia ou ruptura entre Ciência e Tecnologia.
Atualmente, o Ensino em nossa Nação, de forma geral, é lamentável. O que não é muito diferente do Ensino praticado nas Universidades, em particular. Provas de semelhante problema podem ser observadas consultando-se as principais classificações internacionais sobre Universidades nas quais as Universidades Brasileiras não figuram nas mais importantes e em outras ocupa sempre as últimas posições. Não temos sequer uma Universidade classificada entre as cem melhores Universidades do mundo.
A Tríplice Hélice deve girar, de preferência cada vez mais rápida, mas cada parceiro deve continuar realizando suas funções com qualidade e da melhor forma possível, atendendo com eficiência e eficácia, adequadamente, cada um de seus grupos. Mas, a formação adequada do Profissional egresso das Universidades é fator determinante.
Somos chamados a observar que um Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação sempre será bem vindo quando pensado para contribuir (efetivamente) para o giro da Tríplice Hélice. É necessário um Projeto de Estado para o desenvolvimento de uma Nação Soberana e a Tríplice Hélice pode ajudar na conquista desta possibilidade. Todavia, o mesmo Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação de uma Nação deve ser orientado para contribuir, fortemente, na formação dos jovens futuros Profissionais que construirão o futuro do progresso e desenvolvimento de um país.
Carlos Magno Corrêa Dias
15/11/2014
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