27 de julho de 2013

Potência Livre de Quaisquer Grilhões.


Nem mesmo a necessidade consegue escravizar a sempre independente vontade.

Carlos Magno Corrêa Dias
27/07/2013

26 de julho de 2013

SNCS e MNCS Sempre Para o Alcance dos ODM.


Começa no próximo sábado, dia 03/08/2013, a partir das 9 horas, em Curitiba, na Boca Maldita, a Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade. Conheça os ODM. Não fique fora do MNSC. Venha compartilhar responsabilidade por um Mundo Melhor. Passe por lá e conheça melhor os ODM e vamos praticar Cidadania e Solidariedade.

http://carlosmagnocorreadias.blogspot.com.br/2013/07/pela-nona-vez-sncs-se-apresenta.html


Carlos Magno Corrêa Dias

26/07/2013

25 de julho de 2013

Possível Distinção Conjuntiva.


Tolerância, dignidade, honestidade e bom senso, em conjunto, deveriam distinguir os homens entre si. Essa distinção entre os homens deveria ser a única aceitável desde que admitida a necessidade de se estabelecer diferenças entre os homens.
 

Carlos Magno Corrêa Dias
25/07/2013

24 de julho de 2013

PAZ e BEM. Simples Assim.


A despeito de tudo que se tenha afirmado sobre Giovanni di Pietro di Bernardone (1182 - 1226), o canonizado São Francisco de Assis, absolutamente sua crença positivista sobre a Natureza e o Homem constitui seu maior legado não apenas por ter impregnado inúmeras filosofias (tal qual a da Renascença) promovendo profunda identificação com os problemas da humanidade, mas, principalmente, por continuar a nos ensinar os valores do “TAU Franciscano atado ao Cordão condutor dos três Nós da Fidedignidade”.

O TAU (a mais antiga grafia em forma de cruz) em Francisco de Assis, a Cruz Franciscana, vem, na convergência de suas duas linhas que o formam, significar a relação entre o Divino e o Humano, sendo o símbolo da Ordem Mendicante dos Frades Menores (Ordo Fratrum Minorum) ou Ordem de São Francisco fundada pelo próprio Francisco de Assis. O TAU Franciscano é a materialização da batalha pela PAZ, é símbolo de unidade e reconciliação.

O fio condutor (ou o Cordão Franciscano) representa o caminho e sinaliza o elo que une a forma de nossa vida. Nos três nós do Cordão Franciscano encontramos a síntese da Boa Nova formada pelos três conselhos: Obediência, Pobreza e Castidade.

Todavia, há de se observar que os três votos de Francisco de Assis, simbolizados nos três nós do Cordão Franciscano que sustenta o TAU de Assis, não devem ser tomados no sentido etimológico estrito dos correspondentes vocábulos que os enunciam, mas segundo os Princípios Franciscanos que os mesmos representam e que levam, invariavelmente, ao BEM.

Na concepção correspondente, a Castidade envolve a pureza de coração, a transparência. O casto é todo aquele que é capaz de cuidar da beleza do seu coração e de seus afetos. Revelar o melhor de si, ser verdadeiro eis a função da Castidade defendida. Aceitar a Pobreza em Francisco de Assis é, por sua vez, ter condições de viver plenamente na gratuidade da convivência, ser capaz de poder partilhar, ter a sabedoria para tudo por em comum. Por fim, a Obediência não significa a subserviência servil. Trata sim do acolhimento para perceber o maior e o melhor. O obediente é fiel a seus princípios e deles não abre mão.

Assim, escutar o valor maior, ter a coragem da partilha, e, garantir a pureza de coração constituem o BEM em Francisco de Assis.

Na saudação franciscana “PAZ e BEM” espalhemos os correspondentes Valores Franciscanos entre nós para um Mundo Melhor.

Carlos Magno Corrêa Dias
24/07/2013

23 de julho de 2013

Paradoxo da Consistência Lógica.


Enganam-se aqueles que pensam que a consistência e a lógica caminham juntas.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/07/2013

22 de julho de 2013

Ciclos Concatenados Contraválidos.


As respostas fazem o mundo estacionar. O que movimenta o mundo são as perguntas.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/07/2013

19 de julho de 2013

500 Anos da Ética do “Bem Governar”.


Concluindo a tríade de observações pretendidas sobre as questões lógicas no entorno do pensamento de Nicolau Maquiavel (1469-1527) quanto à proliferação de possíveis inconsistências provocadas pela afirmação “os fins justificam os meios” supostamente constante de sua obra “O Príncipe”, escrita em 1513, apresentei, no último dia 12 de julho de 2013, considerações complementares, paralelas e estritas, com o título “Paradoxos Supõem Antinomias Maquiavélicas”.

Na primeira exposição, apresentada em 07/02/2013, com o título “Ética Maquiavélica Frente à Consciência Política Despótica” fiz observar, categoricamente, que no tocante à obra “O Príncipe” existem alguns enganos ou dogmas disseminados em contextos outros que não no essencial (“não absolutista”) proclamado (ou defendido) por Maquiavel. Centrado na Deôntica, apoiado por pressupostos de uma filosofia analítica própria, coloquei em cheque, na época, tais enganos tomando por base relações lógicas estritas entre “a Ética e a Consciência Política” para o bem legislar. Contudo, evitei tratar de antinomias ou paradoxos, em sentido estrito.

Num segundo momento, ocorrido em 26/04/2013, com o título “Razão Suficiente de Maquiavel”, abordei aspectos lógicos (mais filosóficos) relacionados à “completude e corretude” do pensamento de Maquiavel quanto à sua intenção de preservar a “consciência diplomática” na manutenção do poder diante do perigo da divisão política. Onde, então, já se despontaram questões contrárias contundentes ao senso comum no sentido “vulgar” com que é utilizada, em geral, a má interpretação de que “os fins justificam os meios”, absolutamente.

Em “Paradoxos Supõem Antinomias Maquiavélicas”, após um breve resumo sobre a obra de Maquiavel, fiz observar que em “O Príncipe” o autor demonstra sua experiência em analisar as estruturas de um governo para oferecer uma forma de governar que mantivesse o governante permanentemente no poder, sem, contudo, ser odiado por seu povo. Categoricamente, deixei claro, neste preâmbulo, que a expressão “os fins justificam os meios”, significando que “não importa o que o governante faça em seus domínios desde que seja para manter-se como autoridade”, não se encontra no texto em referência. É uma interpretação “tradicional” (simplista, errônea) sobre o pensamento maquiavélico. Esta usual interpretação (falha) gera, na maioria das vezes, sérias deturpações sobre o pensamento de Maquiavel.

Na sequência considerei, uma vez mais, a diferença entre paradoxos e antinomias, enfatizando que na proposição “os fins justificam os meios” há, efetivamente, uma antinomia quando relacionada ao pensamento de Maquiavel, pois o “senso lógico” é extrapolado levando o indivíduo, à primeira vista, a pensar paradoxalmente de forma contraditória ao pretendido na respectiva obra em referência, não compreendendo, de fato, a verdade possível ou a realidade que vem expressar, a despeito de alguma contradição que pensa existir, fazendo com que o entendimento seja surpreendido. Uma interpretação falha se instala gerando, portanto, um engano (amplamente difundido).

Depois de diversas ponderações visando clarificar o “entendimento maquiavélico” sobre o “governar”, observo que a “ética” defendida por Maquiavel esta associada a uma teoria de Estado onde se pressupõe a “centralização do poder político” e não o “absolutismo”; o que são posições bem distintas. O que Maquiavel propõe aos governantes é como “melhor administrar o governo” e, de forma alguma, suas proposições estariam ligadas à defesa da falta de ética na política. Muito pelo contrário, Maquiavel mostra-se firmemente convicto que é possível “o bem governar” eticamente e, em “O Príncipe”, estabelece como.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/07/2013

17 de julho de 2013

Vigiada por Intangíveis Prospecções.


Os sonhos são os vigilantes da realidade.

Carlos Magno Corrêa Dias
17/07/2013

13 de julho de 2013

Ideal da CAVEIRA Escavacando PRECONCEITOS.


Saudemos o DIA MUNDIAL DO ROCK com as Caveiras da Solidariedade, da Fraternidade, e, principalmente, do Entendimento sobre a Igualdade. Que o ideal da CAVEIRA impregnado no ROCK consiga romper os PRECONCEITOS que nos separam enquanto seres humanos. Que o sorriso desafiador e de deboche das CAVEIRAS DO ROCK continuem a nos mostrar o necessário inconformismo com o trivial, as sempre possibilidades de mudança e a ruptura com o “mesmismo” do cego repetir que nos escraviza e vem tolher a construção de um mundo melhor. Mas, acima de quaisquer ordens e independentemente de contraculturas, que nos seja permitindo (à luz do ROCK) compreender (de vez) que debaixo de todas as caras e feições existe sempre uma CAVEIRA que (sem rosto, sem identidade) continuará a sorrir sarcasticamente independentemente das ridículas diferenças que venhamos criar entre nós.

Carlos Magno Corrêa Dias
13/07/2013

11 de julho de 2013

O Preço e o Lucro do Comprometimento.


O comprometimento nos transforma em vidraças e nos obriga a mantê-las sempre limpas.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/07/2013