7 de setembro de 2013

PÁTRIA LIVRE. Não há Outro Caminho a Trilhar.


Para comemorarmos o 7 de Setembro vamos interiorizar forte entendimento sobre as regras necessárias para a PÁTRIA LIVRE apresentadas no Hino da Independência do Brasil. Sintamos e cantemos, então, nossa sempre intenção:
 

“Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a Mãe gentil;
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil
Já raiou a Liberdade
Já raiou a Liberdade
No Horizonte do Brasil

 

Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

 

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve Mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil.
Houve Mão mais poderosa
Houve Mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.

 

Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

 

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil:
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

 

Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

 

Parabéns oh Brasileiros,
Já com garbo juvenil
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.
Do Universo entre as Nações
Do Universo entre as Nações
Resplandece a do Brasil.

 

Brava Gente Brasileira
Longe vá temor servil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.”

 

Assim, ao defendermos as ideias da letra de Evaristo Ferreira da Veiga e Barros (1799 - 1837) associada à música de Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon (1798 - 1834) do nosso Hino da Independência possamos sempre garantir a PÁTRIA LIVRE.
 

Carlos Magno Corrêa Dias
07/09/2013

6 de setembro de 2013

Novos JOVENS Bacharéis Engendrando um Futuro Melhor.


Aos Engenheiros formados no Curso de Engenharia Industrial Mecânica, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), do segundo semestre de 2012, encaminho minhas congratulações e meus sinceros agradecimentos pelas homenagens recebidas como PROFESSOR HOMENAGEADO na Cerimônia de Colação de Grau, no último dia 05 de setembro de 2013. Enquanto Professor da determinante (não menos fantástica e ... talvez ... temível) disciplina de Cálculo Diferencial e Integral 1 lá do longínquo primeiro período do Curso é uma satisfação sem igual poder dividir, depois de todo o árduo percurso da Graduação, as alegrias que vivemos no momento especial e vitorioso da Formatura. Desejo a todos inúmeras REALIZAÇÕES e muito SUCESSO na Carreira Profissional que se inicia. BEM VINDOS ao MUNDO REAL onde somos convidados a ENGENDRAR soluções necessárias para a construção de um MUNDO MELHOR. Novos ENGENHEIROS, agora colegas Bacharéis, vamos continuar seguindo AO INFINITO E ALÉM para transformarmos e promovermos transformações mediante a aplicação associada da Ciência e da Tecnologia. Parabéns.

Carlos Magno Corrêa Dias

06/09/2013

5 de setembro de 2013

Reconhecendo na “Marcha Triunfa” o Grito de uma Pátria Livre.


Com música criada em 1822 por Francisco Manuel da Silva (1795 - 1865) nosso Hino Nacional, inicialmente denominado “Marcha Triunfa”, constitui o brado de rebeldia da “Pátria Livre” contra a tutela opressora. Em 1909, nosso Hino Pátrio recebe a bela letra de Joaquim Osório Duque Estrada (1870 - 1927). Mas, é apenas em 06 de setembro de 1922, na véspera do Centenário da Independência do nosso Brasil, mediante a assinatura do Decreto 15861/1922, que o Hino Nacional Brasileiro é oficializado. Comemoremos, então, o dia 6 de setembro, o dia da “Oficialização da Letra do Hino Nacional Brasileiro” sempre cantando:

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


Carlos Magno Corrêa Dias
05/09/2013

2 de setembro de 2013

Alforriada Solidariedade Disjunta.


Mesmo sendo muda a dor dos outros, esta vem ensurdecer aqueles que se deixam compadecer.

Carlos Magno Corrêa Dias
02/09/2013

30 de agosto de 2013

Fidúcia de Equivocada Suspeição.


A certeza possibilita a construção, mas dentre as forças é a mais destruidora.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/08/2013

28 de agosto de 2013

Consolidando Posições Atemporais.


Na Boa! “No bico do corvo”, “nas garras do abutre”, não importa, ... não se entregam os pontos ganhos. Quem já nasceu vitorioso, jamais será derrotado.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/08/2013

26 de agosto de 2013

Alertas Nanométricos Chamam o Mundo Picométrico.


Em complementação ao exposto em 01/07/2013, que recebeu a denominação “Nanomáquinas Promovem Nova Revolução Industrial”, apresentei, no último dia 23/08/2013, sob o título “Potência Lógica e Eficiência das Nanomáquinas”, considerações gerais visando qualificar aspectos lógicos (ou analíticos) relacionados à Nanociência.

A exposição, entretanto, serviu mais como um alerta ou, eventualmente, guardadas as possibilidades tecnológicas, constituiu uma sinalização de quem, preocupado, chama a atenção sobre o atraso no qual nos permitimos viver nos meios acadêmicos quando se trata do “Mundo Nanométrico”.

A Nanociência, muito simplificadamente falando, está associada à gama de conhecimentos relacionada com nanotecnológicas desenvolvidas, principalmente, em setores tais como: Engenharia, Física, Química, Biologia, Eletrônica, Computação e Medicina, voltando-se, basicamente, para estudos e pesquisas no entendimento e controle da matéria na escala nanométrica.

Recordando considerações apresentadas em “Nanomáquinas Promovem Nova Revolução Industrial” faço observar que a Nanociência, desde a sua origem, aventada no ano de 1959 quando se conjeturou a possibilidade e a necessidade de “agrupar na cabeça de um alfinete todos os 24 volumes da Enciclopédia Britânica”, não pode mais ser tratada nas Academias como algo intangível e que habita o mundo da fantasia ou da ficção. A Nanociência é uma realidade da qual as Universidades não podem se isentar do comprometimento, pois que a mesma já abriu as portas para uma nova Revolução Industrial (e a Indústria bem o sabe). Ficar à margem dos correspondentes conhecimentos que giram em torno das dimensões de um nanômetro (de 0,000000001 metro, ou de um bilionésio de metro) é parar no tempo e ser convidado a não fazer parte da história.

É apenas absurdo continuar a trabalhar exclusivamente no mundo micrométrico (ou mesmo no milimétrico) quando é sabido que se pode conhecer e agir em propriedades dos materiais e elementos químicos na escala nanométrica, pois que os correspondentes conhecimentos abrem possibilidades jamais pensadas nos níveis métricos anteriores. O conhecimento de novas propriedades e reorganização das moléculas para identificar estruturas e materiais afim de implementar inovadores dispositivos tecnológicos permitirão, por exemplo, garantir economia de espaço e de energia, maior produtividade, mais competitividade e poder de mercado. Na Nanociência temos a garantia da Revolução Tecnológica que permitirá à Indústria (em particular) e o Meio de Produção (em geral) um desenvolvimento inimaginável em todos os sentidos.

De resto, considero algumas das aplicações em Nanociência já postas em produção no mundo, semelhantes àquelas apresentadas em Nanomáquinas Promovem Nova Revolução Industrial, bem como, enfatizo, mais categoricamente, que a Academia deve se permitir avançar para além dos seus muros e passar a interagir mais fortemente com o Mundo Real das Tecnologias (de fato, pragmático) que já experimenta Tecnologias advindas da Nanociência que se quer lhes são conhecidas.

Faço observar, entretanto, mais pontualmente, que uma nova Lógica, um novo Processo Inferencial, também, se apresenta obrigatório considerar, pois que vão se apresentando, em sequência das descobertas nanométricas, novas premissas. Essa nova Lógica, que se obriga ser “Completa e Correta”, “Consistente”, a qual denomino “Lógica de Segunda Ordem Multivariada”, começa a ser equacionada e formalizada.

As portas do futuro estão escancaradas quanto às possibilidades da Nanociência. Mas, uma Picociência, também, já deixou de engatinhar e começa a dar seus primeiros passos firmes e determinados. Novas premissas são obrigadas considerar, uma novíssima “Lógica” lança seus olhares sobre o mundo das possibilidades, o mundo das Tecnologias. Concluo, então, o pretendido afirmando que a Ciência e a Academia não podem ficar alheias à semelhante evolução, pois não lhes cabe contar a História e sim dela participar efetivamente.

Carlos Magno Corrêa Dias
26/08/2013

22 de agosto de 2013

SILOGISMOS são Comemorados em Apresentação Formal.


No último dia 21/08/2013, tive a grata satisfação de realizar apresentação na qual divulguei, de forma algo formal, a terceira edição do meu livro “Silogística: introdução à lógica categórica” (ISBN 978-85-88925-16-8), livro este que editei no final de 2012 e cuja publicação ocorreu recentemente agora em 2013.

Na ocasião, de início, considerei breve relato circunstanciado expondo os motivos que levaram às sucessivas edições do título em referência, bem como, as razões (apenas necessárias, mas não suficientes) para manter estudos e pesquisas nas correspondentes áreas envolvidas.

Assim, fiz observar que a primeira edição, com ISBN: 85-900661-5-0, datada de 2000, constituída de 289 (duzentas e oitenta e nove) páginas foi concebida em dez capítulos e nasceu em consequência de estudos e pesquisas que estava realizando sobre os Silogismos Categóricos do Estagirita Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) quando objetivava, de forma a mais objetiva possível, evidenciar as relações de impregnação mútua entre as restrições da Lógica Silogística Aristotélica e os aspectos modernos do Cálculo das Funções Proposicionais (Cálculo dos Predicados) hoje desenvolvidos em Lógica Formal.

Contudo, em pouco menos de dezoito meses aquela primeira edição de “Silogística: introdução à lógica categórica” ficou esgotada e em fins de 2002 editei e publiquei uma segunda edição (com ISBN 85-9000661-9-3) ampliada e revisada contendo 14 (quatorze) capítulos nos quais os conteúdos foram apresentados em 435 (quatrocentas e trinta e cinco) páginas.

A obra inicial se transformou, portanto, em um outro livro, mais denso, com maiores possibilidades e consequências, servindo, de um lado, como livro de apoio para os vários alunos que cursavam disciplinas de Lógica e Filosofia Analítica que ministrava e, de outro, como material de estudo para pesquisas relacionadas com os tópicos tratados de forma a envolver os primeiros conceitos silogísticos com tema evidenciados contemporaneamente.

Na sequência da exposição, depois da correspondente contextualização inicial, passei a apresentar, efetivamente, as características da terceira edição de “Silogística: introdução à lógica categórica”, agora composta de um total de 439 (quatrocentas e trinta e nove) páginas nas quais, em 14 (quatorze) capítulos, os correspondentes temas são tratados e discutidos preservando a ideia da segunda edição da obra (sem, contudo, abandonar a motivação que impeliu produzir a primeira edição).

Quanto à motivação para se editar uma terceira edição de uma obra específica como a em referência salientei, entretanto, que diversas, por certo, poderiam ser as mesmas uma vez que a segunda edição da correspondente obra já havia se esgotado em fins do segundo quadrimestre de 2005, ou pouco antes. Mas, considerei (e apresentei apenas) aquela razão motivadora e próxima ao Professor (em particular) que consistia em atender as necessidades expressa pela comunidade de alunos que manifestavam, seguidamente, interesse em ter acesso aos conteúdos tratados, mas que estavam tendo dificuldades, pois as consultas ao correspondente estudo passou a ser possível, exclusivamente, em geral, apenas em determinadas Bibliotecas que possuíam exemplares das edições anteriores em decorrência de doações que havia realizado.

Foi, portanto, motivado por aqueles pedidos que fiz a opção por produzir uma nova edição da obra em referência, com maior tiragem, mantendo, entretanto, as características da última edição e impondo algumas pequenas alterações estruturais, apenas na forma ao incorporar acréscimos, mas que não modificaram a essência da segunda edição da obra.

Na terceira edição de “Silogística: introdução à Lógica Categórica”, há, porém, uma redução no número total de capítulos uma vez que tanto o capitulo anterior enunciado como “Axiomatização da Aritmética Elementar” quanto o capítulo denominado “Exercícios Propostos”, presentes na segunda edição, foram suprimidos. Participei, também, que tomei a decisão de trazer novamente os exercícios propostos mais próximos da teoria tratada, apresentando os mesmos ao término de cada um dos capítulos nos quais se julgou eram necessários exercícios.

Tendo em vista os acréscimos e adequações processadas na terceira edição da obra em referência observei, em consequência, que recebi, em 29/07/2013, novo registro de Propriedade Intelectual (PI) emitido pelo EDA/BN do Ministério da Cultura haja vista ser considerado (efetivamente) um novo trabalho. No mesmo dia 21/08/2013, por outro lado, recebi o informe que a terceira edição de “Silogística: introdução à Lógica Categórica” passou a compor, também, o Acervo Nacional para a Preservação e a Guarda da Produção Nacional, segundo proclamam as Leis Federais em vigência, tendo em vista a mesma ter sido depositada na Biblioteca Nacional.

A despeito, porém, da natureza da correspondente exposição apresentada, não tive como me isentar de considerar observações de ordem técnica sobre a Lógica Categórica (em particular) e sobre os Argumentos Silogísticos (em específico). Por tal motivo, me permiti, também, avaliar algumas questões analíticas (pontuais, escolhidas) sobre importantes deduções e resultados obtidos que foram expostos no trabalho em pauta.

Finalizando a apresentação convidei à leitura da obra e, uma vez mais, apresentei meus agradecimentos a todos que me honraram com leitura das edições anteriores e que me motivaram a produzir a terceira edição de “Silogística: introdução à Lógica Categórica”.

Que “Silogística: introdução à Lógica Categórica” continue, então, a auxiliar, o tanto quanto possível, todos que dela necessitem.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/08/2013

21 de agosto de 2013

AGOSTO AZUL Visando a Saúde do Homem.

Com o objetivo de chamar a atenção dos homens para que procurem atendimento médico com maior frequência e passem a verificar suas condições de saúde para prevenir e evitar que doenças se manifestem de forma mais grave ou se intensifiquem a ponto de serem fatais foi instituído, no Paraná, pela lei número 17099, de 28 de março de 2012, que o mês de agosto passa a ser dedicado ao desenvolvimento de ações concretas e preventivas que visem a integridade da Saúde do Homem. Instituiu-se, então, o AGOSTO AZUL.

Segundo a lei em referência, o Poder Público do Estado do Paraná, em parceira com a iniciativa privada e com entidades civis, se obriga a realizar campanhas de esclarecimentos, exames, bem como, outras várias ações educativas e preventivas visando à saúde do homem.

No endereço http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3003 estão disponíveis materiais de divulgação da campanha AGOSTO AZUL, bem como, a correspondente Programação de atividades já definidas.

A ideia do movimento é a prevenção. Porquanto, a realização de exames preventivos tais como testes para diabetes, hipertensão, aids e hepatite podem identificar enfermidades graves em estágios iniciais. Tais exames estão disponíveis na Rede Pública de Saúde.

O movimento prevê, também, ações objetivando afastar os fatores de risco externos para saúde como a má de alimentação, a violência, o não praticar exercício físico, a falta do lazer, os acidentes de trânsito, a falta de higiene adequada, dentre vários outros.

Promover a conscientização sobre o valor da vida do homem é propósito maior do AGOSTO AZUL. Assim, HOMEM “Não pare o curso da vida” previna-se, realize exames periódicos, cuide-se. Vamos VIVER mais e melhor.

Carlos Magno Corrêa Dias
21/08/2013

19 de agosto de 2013

Lógica Intensificando Potencialidades de Raciocínio.


“Assim, de fato, "alfa" premissas levam a "beta" conclusões, necessariamente”. Com semelhante sentença concluí mais um Curso de Extensão Universitária em Lógica Matemática neste ano de 2013.

Intitulado LÓGICA MATEMÁTICA INFERENCIAL DEDUTIVA, o Curso em questão, iniciado em 17/06/2013, nas dependências da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Curitiba, dirigido exclusivamente a alunos regularmente matriculados nos Cursos de Graduação, objetivou apresentar aos participantes a Álgebra da Lógica necessária para a implementação de Métodos e Técnicas Formais da Teoria da Argumentação Dedutiva e da Análise Inferencial na Avaliação de Raciocínios Dedutivos Válidos e na identificação de Falácias ou Sofismas.

Com carga horária de 20 (vinte) horas-aula, no Curso em referência foram abordadas Operações e Relações da Álgebra da Lógica dando particular atenção às Fórmulas Proposicionais constituídas de proposições bivalentes e dicotômicas observadas como estruturas fundamentais no desenvolvimento do Cálculo Proposicional.

Na sequência, após distinguido Argumentos Dedutivos Válidos dos Sofismas e Falácias, foram apresentados Métodos e Técnicas necessários para a identificação formal das Estrutura de Raciocínio em questão segundo a Teoria da Argumentação e a Análise Inferencial.

O Curso atingiu seu objetivo principal quando da apresentação de Procedimentos Formais de Avaliação de Raciocínios Dedutivos. Foram, também, consideradas questões pontuais e analíticas relacionadas à Consistência Lógica associada à Validade Lógica.

Seguindo filosofia semelhante a dos diversos outros Cursos que tenho ministrado na Academia o Curso em referência foi ofertado gratuitamente para os participantes (exclusivamente alunos regularmente matriculados) e sem ônus algum para a Instituição, não havendo, também qualquer tipo de subsídio externo para a efetivação do mesmo.

Com o propósito deste Curso concluído encontra-se em fase de conclusão o Curso denominado CÁLCULO LÓGICO E ANÁLISE LÓGICA DE FUNÇÕES ENUNCIATIVAS o qual está voltado para a Análise Lógica de Estruturas Dedutivas desenvolvidas no segundo Cálculo Lógico da Lógica Matemática, ou seja, no Cálculo dos Predicados.

Dada, entretanto, a procura pelos conteúdos tratados no Curso LÓGICA MATEMÁTICA INFERENCIAL DEDUTIVA dei início dias passados no Curso intitulado ANÁLISE DE ARGUMENTOS DEDUTIVOS EM LÓGICA MATEMÁTICA, o qual cumpre objetivos algo semelhantes do último Curso concluído.

Mais e mais fica evidenciado o quão são necessários Cursos análogos para se intensificar e desenvolver as potencialidades do pensar de forma lógica e consistente.

Carlos Magno Corrêa Dias
19/08/2013